segunda-feira, 27 de julho de 2009

...Como é que é???!!

Todos sentem um pouco de dúvidas nas interpretações ...
A entonação de voz, o olhar, a gesticulação, a escrita implícita ou explícita demais acaba gerando muitas perguntas e questões do quê que o outro está realmente querendo dizer.
Nada mais justo do que perguntarmos de forma delicada, pois nem sempre somos bem interpretados também - pelo smples fato de perguntarmos o que nosso entendimento não captou- e acaba se formando um duelo de hostilidades.
Parcimônia e cautela faz bem até para falarmos, humildade na pergunta nos dá uma resposta direta e acertiva sem muitos danos interpretativos para ambas as partes.
Nunca dirija-se a uma questão de forma grotesca, pois acabará ouvindo exatamente o que não gostaria.
Pense mesmo antes de perguntar, pois precisamos hoje em dia nos atentarmos ao respeito.
Se queremos, temos que dar e vice-versa.
É uma via de mão dupla, onde tudo pode ser respondido e perguntado sem demais problemas!

Temos uma mente brilhante, o ideal é formular a pergunta antes de fazê-la!!!!
(evita-se mal estar! com a resposta!)
Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Algumas definições técnicas dos textos: "O espelho" e "Seres Humanos?"

Anulação retroativa = (undoing) = Manifestação de defesa, que caracteriza, notadamente a neurose de obsessão, pela qual uma ação é realizada para magicamente abolir outra anterior.

Apercepção = (apperception) = WUNDT distinguiu entre percepção e apercepção a seguinte forma: "A entrada de uma representação no campo interno do olhar denomina-se percepção e a entrada no ponto central do olhar como apercepção". LEIBNIZ foi quem introduziu o conceito, chamado apercepção: a entrada de uma percepção na consciência ou em outros termos: a tomada de consciência de uma percepção.

Átomo social = representa o padrão (pattern) de atrações e repulsões recíoprocas, exercidas entre um indivíduo e um grupo.

Projeção = Mecanismo de defesa pelo qual o indivíduo percebe no mundo exteriore, em particular, em outra pessoa, as características que lhe são próprias.

Fase ejetiva = chegar a compreensão de si mesmo e dos outros por meio de imitação alheia.

Eject = pessoa que projeta sua própria vida em outrém.

Piéron, H; Dicionário de Psicologia, 9a Edição, Ed. Globo

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seres Humanos?

Será que TODOS somos fruto do meio?
Temos a mesma espécie?
Nossos tecidos apodrecerão da mesma maneira?
Difícil crer que poucos pensam a respeito e que muitos olham para seus umbigos, visando seu bem estar tapando o sol com a peneira, pois atrás de uma conveniência implícita existe um problema GIGANTE.
Ando achando que o ser humano perdeu-se dentro do conceito SER e HUMANO.
Parece que nenhuma bondade intrínseca resta... Apenas engodos, traições, difamações, processos, desprezo pela raça a qual pertence. Desprezo pelo seu semelhante e por si mesmo.
Espantosamente posso praticamente atestar que o ser humano está desumanizado.
A empáfia está tão alta nas pessoas que chega a me perturbar um pouco. Acaba por fazer eu querer falar um pouco sobre isso.
Me deparo diversas vezes por dia com situações grotescas do tipo:
Gente apontando dedo prá gente, gente matando gente, gente desprezando gente, gente morrendo por gente, gente maldizendo gente, etc...
Que tipo de julgamento podemos fazer aos outros se não damos conta de nossas demandas?
Realmente é mais fácil apontar um dedo a outrém e desviar o olho de sua própria indicação, pois: onde indica um; há três dedos indicando para si mesmo...
Alguns seres possuem a estranha mania de aliviar os medos, frustrações e perversidades jogando suas coisas em cima dos outros.
Fica mais fácil mesmo levar a vida empanturrada de problemas que atormentam se apoderando da vida de outros... Afinal, a maioria das pessoas crêem que seus problemas são "nada" perto dos do seu colega.. ((Isso é FUGA!))... Todos têm problemas e cada qual lida com a intensidade que deseja nos mesmos.
Fugindo de seus pesadelos constantes, podem apontar, julgar e depreciar sem maiores conturbações...se isentam da responsabilidade frustrante de vossas vidas, limitando-se a sentar no rabo e apontar para o do outro, muito vulgarmente falando.
Com qual direito julgam ter este direito?
Que titularidade ou escolaridade denomina seu caráter, sua competência e inteligência? ( a sua e a do outro)
Pitorescamente, há também quem diga que o caráter de alguém é medido pela sua conta bancária... Outros que a dignidade não se compra, mas que ter um cargo público é exatamente o que falta prá você ter dignidade... ((puxa, isso é complexo mesmo!!)) ... olha a invasão na vida alheia para não olhar sua falta de caráter e dignidade!!!!!!!!!!!
E o pior é que tem mais: nos deparamos com quem nos julgue por sobrenomes ou por codinomes... pela roupa, pelo carro, pela transparência da marca das bolsas ou pela aparência que você apresenta momentaneamente.
Os dependentes químicos são rotulados, os depressivos tachados, os esquizofrênicos cultuados... Perdeu-se a noção de humanidade mesmo...
Definitivamente: Nunca faça aos outros o que não quer que façam com você... Isso devia realmente ser uma LEI rigorosamente cumprida por cada qual.
Sabe, anda tão complicado que por mais que as vezes nos indignemos com palavras e atos acabamos por nos calar para não criar um desastre caótico maior.

Cuide de sua saúde, pois de sua vida já tem quem cuida... (isso é ridículo)... cuidem cada um da sua!!!! Enfrentem seus medos, não deturpem suas fragilidades responsabilizando os outros, sejam humanos, se encarem e párem de procurar na vida dos outros, isso é mediocridade.
A mídia não dá folga nesta energia péssima, acaba influenciando a todos terem o mesmo comportamento...falem dos outros, olhem os outros, julguem e se isentem de si mesmos!!!!
((((esse é o comando psiquíco inválido que infelizmente recebemos como um dos pequenos sinais não decodificados, pois não são explícitos)))))
Seguindo o caminho do bem, não julgando e nem criticando JÁ estamos fazendo muito por nós mesmos. Estamos olhando prá nós, ao invés de futricar o que é do outro.
Pensem nisso, ao invés de olhar para a dor de dente do outro ... Cuidem dos seus dentes para não sentir a mesma dor, ou uma ainda pior...

HUMANIZE-SE,
RESPEITE-SE, e
AME O PRÓXIMO COMO A TI MESMO!
Erika Lupianhes Lastrucci

O espelho...


O espelho nada mais representa do que nossa imagem refletida.
Somos espelhos de alguém? Alguém nos faz de espelho?
Até que ponto podemos ser imagem para alguém sem que isso consuma nossa identidade?
Desde quando é saudável usar a imagem de alguém ao ponto de ir contra a nossa auto imagem?

Pois é, para "refletirmos" (rs)* sobre isso, temos algo a ler adiante e realmente pesar os prós e contras...

"Quem é você?
Há quanto tempo não nos vemos?
Por onde tu andavas?
Até acho que te conheço de algum lugar...seria deja vu?

Que trazes em teus olhos?
Que marcas são essas em teu corpo?
Por que cicatrizes na tua alma?

Por que demorou tanto?
Veio para ficar ou já vai se ausentar?
Diga qual tua intenção, e também se és frágil, durável ou não.
Meu desejo é te alcançar e em tua alma entrar.

Me recordo agora de ti...
Pois Bem: satisfação exijo, pois me senti deixada(o) ao relento, era tarde e fazia muito vento...."

"Emergindo em meu reflexo, noto meu semblante e silhueta,
Focalizando o interno e atentando aos meus conteúdos;
Notem: - só assim posso conhecer a minha história..."

Surpreendam-se: olhem-se com os olhos da alma, enxerguem o que há por trás da visão...
Sejam unicamente seu próprio reflexo.
Façam este caminho de volta... voltem para si mesmos!

Sê feliz com aquilo que tu és.
Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 21 de julho de 2009

** Nós **



Que lindo é dizer que eu e tu somos nós...

Porém, mais que propriamente complexidade; nossa língua de tão fabulosa, torna-se ambígua e geralmente a interpretamos não exatamente como o é de fato!

Os nós... mais que eu e tu, são os emaranhados que precisamos desatar, são as amarras que precisamos nos soltar, são as teias em que nos colocams com tanta facilidade que quando nos damos conta... Ploft! estamos mais que enrolados e enozados...

A melhor receita para desatar nós... Segue uma técnica nada convencional, mas eficaz e de pronta exatidão em seus resultados:

Passo 1 - Olhe, analise, pense antes de desatar... (não seja drástico (a))
Passo 2 - Quantifique e qualifique o que lhe emaranhou... (perceba sua falha)
Passo 3 - Use de transparência consigo, esqueça o eu e o tu...( só vc é responsável pelos nós)
Passo 4 - Não se entorpeça da maledicência alheia... (siga seu intuito)
Passo 5 - Una a criatividade e o bom humor... (corte estes nós com pedaços de vidros, com cortador de unhas, um estilete, faquinha de legumes, tesourinha de costura ou de modelar copas de árvores)
Passo 6 - Sê livre de nós...( veja que com a mesma facilidade que se enozou, se soltou!)

Agora, páre e se enxergue... Viu que só você é responsável "até" pelos "nós" de tua vida?

Acredite que todo nó tem uma ponta ou um ponto em que podemos desenozar e começar de forma mais inteligente para nós mesmos(as)!


Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 14 de julho de 2009

Pensamento do dia...







Como a Psicologia é fascinante... Em cada pedacinho que se encaixa, ela se expande na complexidade como se fosse um íma gerador de mais e mais questões, respostas e teorias...



Há quem diga que todo (a) Psicólogo (a) é "meio" louco (a), pois frente às questões mais explícitas, procuramos decodificar um itenzinho faltante. Vulgarmente falando: ""É o famoso procurar pêlo em ovo!""...



... Mas pensem comigo: que chatice absurda seria se a conformidade, a comodidade e a aceitação dos fatos fossem sempre regentes e atuantes em cada um de nós(...) Nada a questionar, nada a resolver, nada a vivenciar ou a explorar em nós ou nos outros.



Por isso então da frase: "de médico e louco cada um tem um pouco"


... Pois mesmo sem que queiramos (atos inconscientes), alguma coisa tentaremos achar de bom ou não dentro de nós!



Que cada qual, procure sua essência interna, dentro de sua profundidade e manifeste aquilo que realmente sente. Só acertamos o passo quando enfrentamos nossos sentimentos camuflados.




Os lobos lidam com seus sentimentos em suaves cânticos... Eles saúdam a lua, chamam a família, defendem seu território, uivam de dor, de amor, de tristeza e alegria; não sentem medo ou vergonha de estarem sendo observados por ninguém pois estão em sintonia com eles mesmos.. buscando a fidelidade da expressão do seu sentimento momentâneo...




Pois bem, desejo que sua viagem interna seja tão proveitosa quanto um uivo!!!!
Erika Lupianhes Lastrucci


sábado, 11 de julho de 2009

Sobre a Complexidade...

Complexidade = é o termo que usamos para nos referir a uma óptica do mundo como um todo indissociável e propomos por sua vez, usando este termo; uma abordagem multidisciplinar e multireferencial para a construção do conhecimento. E também é tida como antônimo da causalidade.

Com a Complexidade da Psique temos maior facilidade em usar desde a criatividade absoluta ao caos implacável na resolução de todas as questões que alimentam nossa vida diária.

Se nos atentarmos aos sinais recebidos não decodificados, podemos notar a atuação da complexidade da psique. Podemos ter as mais diversas reações emocionais; das mais criativas às mais caóticas, isso sem esquecer de correlacionar estas emoções também à causalidade.

Notamos então, que entre a causalidade e a complexidade existe uma correlação, uma ligação entre as mesmas para termos como ponto de referência uma, das milhares de justificativas para "como que nossa psique funciona verdadeiramente".
Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Definições....




Temos por "definição" um termo designado para explicar, estabelecer, exprimir algo...

Dentro deste conceito, iniciaremos a construção diária sobre a psique e o complexo.

Psique = conceito grego para o self ("si-mesmo"), abrangendo as idéias modernas de alma, ego e mente.

Complexo = que abrange ou encerra muitos elementos ou partes; Observável sob diferentes aspectos; Confuso, complicado ou intricado; Grupo ou conjunto de coisas, fatos ou circunstâncias que têm qualquer ligação ou nexo entre si; Interpretação associacionista da unidade das formas (Gestalt); Conjunto estruturado de atributos pessoais, geralmente inconsciente e adquirido na infância, por cristalização das relações humanas num círculo familiar e social, ao mesmo tempo típico e singular. Expressa o modo pelo qual o indivíduo assimila situações novas a situações antigas para as quais está sensibilizado.
Erika Lupianhes Lastrucci

domingo, 5 de julho de 2009

O início...


O quão podemos reagir diferente em situações idênticas e o quão podemos agir igual à inusitadas questões cotidianas?
Diria que isto é complexidade...
Digo mais; que dentro desta complexa forma, somos feitos de primórdios sensoriais. Estes, denomino como impulsos gerados no âmago de nossas almas frente a diversidade de sinais recebidos.
Explicando meu pensamento: Creio que introduzimos desde o ventre materno várias sensações que geram as emoções, que por sua vez caracterizam os sentimentos e as ações e reações que teremos ao longo dos anos.
Daí surge também a personalidade complexa e individual: de que forma recebemos a primeira sensação de "algo" para reagirmos de "certo modo" a determinada coisa...
Fica difícil compreender o fundamento real deste pensamento, pois levamos em conta toda criação que tivemos e em quais condições fomos inseridos no meio social, então conclui-se que as sensações que geraram as emoções não são suficientes frente ao meio em que fomos autenticados como seres individuais e explica-se de modo unicamente racional que respondemos somente aos impulsos recebidos, sem entrar em contato com nosso verdadeiro sentimento interno formado nos primórdios das sensações recebidas e internalizadas.
Erika Lupianhes Lastrucci