segunda-feira, 30 de novembro de 2009

** Você: alvo de julgamento? **

O que pensar de pessoas que não lhe conhecem, que jamais fizeram parte de sua história de vida e sentem que te conhecem o suficiente para julgar aquilo que és, ou interpretar banalmente a forma com a qual se expressa?
Então... o erro é único, o de si mesmo permitir esse tipo de intromissão, tanto energética quanto psiquicamente no teu ser...
Saiba distinguir que o outro, quando fala sem pensar não convive com você, não pertence ao teu mundo, não sabe absolutamente nada o que se passa em teus pensamentos e quais são suas verdades.. Perdoe, pois; se não pretende ficar nesta velha energia de comportamento julgador, terá que ser nobre em não julgar a falta de compreensão do outro e pontuar-se a limitar informações a teu próprio respeito, pois se não der espaço, tudo fica como tem que ser: respeito ao limite do outro.

Faça por você, e já estará fazendo o bastante!

Erika Lupia Lastrucci

sábado, 28 de novembro de 2009

** Ama-se mais de uma pessoa ao mesmo tempo? **

Sim, ama-se.
Infelizmente não podemos expressar isso como seria o "provável" correto. (ao menos nas minhas teorias caóticas e insensatas - perante grande parte do mundo!...rs*).
Mas veja, nós todos somos obrigados a fazer escolhas desde que nascemos, e uma das imposições sociais e religiosas é a característica de "pecado" por se ter dois focos de amor.
Porém, não é proibido "sentir" dois amores, (afinal, só a gente sabe o que pensa realmente, o que sente realmente, somos donos efetivos de nossos sonhos e pensamentos e reais sentimentos, isso definitivamente é intransferível, ilegível aos olhos alheios) então faz-se a polêmica real: trair ou separar?
O conflito desenvolvido é geralmente: de culpa, medo, arrependimento, frustração, decepção entre outros tantos negativos que se possa imaginar.
Temos por cultura a monogamia e estaríamos além de tudo traindo a Pátria caso houvesse fagulha de um sentimento por outro que o (a) alfa escolhido (a)... (seria cômico se não fosse trágico esse comportamento rotulado em nossas testas).
Ser honesto consigo sobre isso é um grande passo para seu autoconhecimento.
Erika Lupianhes Lastrucci

** Então, é o fim... **

Elaborar um relacionamento terminado requer uma certa "determinação".
A pergunta frequente é: deve-se partir para outras tentativas ou ficar remoendo aquilo que não deu certo...?
Pois é, é fato que cada indivíduo tem um "tempo limite" para chegar ao entendimento que nada precisa acabar definitivo, uma porque o sentimento bom é eterno..o que se rompe é o relacionamento que desgastou o casal, mas jamais e em tempo algum os bons sentimentos do mesmo.
O entendimento disso traz a compreensão e desenvolve-se então uma grande força em vivenciar as outras experiências de formas diferentes para que não haja as mesmas falhas e muito menos comparações.
Nos relacionamos e amamos de diversas formas desde nosso primeiro até o último dia.
Os verdadeiros amores jamais são esquecidos, são lembrados a todo momento com um certo sabor e cheiro de: - que maravilha era!!!!!
Manter ao menos a cordialidade com quem foi nosso grande amor é a forma mais pura de expressar a gratidão por todos os momentos bons vivenciados.
Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

** Dependências **


Em quais momentos devemos agir de acordo com o esperado do outro?


Isso é cruel, não é mesmo? É a bota no pescoço, de um jeito veladamente masoquista...


Há quem age de acordo com o que é do outro por:


- dependência financeira,

- dependência emocional,

- dependência social,

- dependência profissional,

- dependência por conveniência,

- dependência por invalidez de vontade própria...


Ou seja, posso enumerar o que for, mas todas elas começam com a dependência...


Como então desprender-se do valor da dependência?


Esse processo requer abolir a auto piedade e a vitimização do "eu" e partir para a auto afirmação de si mesmo.


Não é difícil, criar dependência consigo mesmo é um comprometimento de valorizar suas próprias vontades, de explorar o que há de melhor em si, de vivenciar as mais inusitadas sensações por conta própria, sem depender da aprovação de outrém...


Porém, há uma ressalva: que esse resgate feito seja para seu próprio bem, sem violentar os conceitos básicos da vida em si e obviamente não prejudicando ninguém, sequer colocando outros na condição de "dependentes"...


Independência no Ser!!


Erika Lupianhes Lastrucci


**perdas**

...Perdas são necessárias para que saibamos lidar com ausências...
Falo isso, sem o menor pudor ou culpa, pois, esta sensação é necessária para se trabalhar bem (elaborar) a frustração cotidiana... O "não ter mais" faz com que repensemos e reavaliemos os fatos já ocorridos anteriormente, a consequência disso é estarmos mais preparados para lidar com coisas semelhantes ou parecidas sem muitos danos futuros.
Há ditados populares que reafirmam isso.. um deles é:
" É preciso sentir a ausência para valorizar a presença"
Além de sábia, tem em seu conteúdo latente e subjetivo manifesto aquilo que poderíamos ter feito enquanto o fato era presente... Por isso que as perdas são necessárias...para nos ensinar a valorizar...
O ser humano tem uma tendência forte a não prestar atenção naquilo que tem, e quando perde olha e pensa: -"mas o que aconteceu que isso estava aqui e não está mais?"
Pois é... só acertamos errando, os erros e falhas em relação a não prestar o devido reverenciar do que é nosso, nos leva a sufocar as emoções límpidas, fazendo com que as mesmas se percam de nós..
O resgate está em elaborar a valorização daquilo que "ainda" possui, não deixar que escape das mãos por não ter valorizado...
Refiro-me neste texto, essencialmente às emoções quando digo que as perdas são necessárias, pois concluo que todos nós temos um caminho a percorrer de elaboração da valorização do que é nosso e o que fazemos com isso...
De que forma trato o meu amor próprio? e amor da minha vida? e meus filhos?
Com que disposição valorizo quem está perto por vontade própria?
Repensemos o valor que nos damos e que damos aquilo que temos, a partir disso; as perdas diminuem e nossa auto-estima se eleva.
Erika Lupianhes Lastrucci