quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

...Faça bem feito...


Se queres perfeito, faça você mesmo.


Voltando ao texto **Com as próprias mãos** afirmo:


É individual e intransferível as emoções na hora de fazer o bolo.


Arque com as decisões de seus ingredientes


...Simples assim...


Erika Lupianhes Lastrucci

Como dizia o poeta...

Oscar Wilde sabiamente colocou algumas questões em papel e acho que a verdade se faz presente nestas linhas, porém com parenteses em cada frase, pois tenho coisas a acrescentar na descrição:...
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
(Muito menos pela conta bancária ou estatus)
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
(Porém que não passemos ambos dos limites um do outro)
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
(Chega de hipocresia, nem tanto ao céu nem tanto à terra, não existe apenas o bom ou o ruim, os dois são existentes dentro de cada um, tudo que contém está contido e vice-versa, não existe uma coisa só em um único ser humano, aquele que se julga ou uma coisa apenas ou outra não é confiável para mim).
Fico com aqueles que fazem de mim louca e santa.
(Viu como um ser só pode ser mais que uma única coisa?!..rs*...Desde que não denigram ou mal interpretem minhas reais intenções)
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
(Mas por favor, que respeitemos sempre os divergentes pontos de vista)
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
(Aí sim é onde vemos quem nos aceita de verdade sem usar de suportabilidade comodista ou falta de opção)
Para isso, só sendo louco.
(..ou não, mas se for loucura que seja sadia e verdadeira)
Quero também os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. (É, a Amizade é saber onde errou e porquê, e humildade é a base da perpetuação da amizade, em ambos os lados)
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
(Aqueles que não mudam seus comportamentos por conveniência, nem sua conduta por medo de desaprovação, sequer críticas por não saberem sobressair-se de outra forma que não manchar a imagem alheia)
Pois os vendo; loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril...
( Só não é imbecil e estéril se for realmente assim: ao natural e com respeito!!).

Oscar Wilde adaptação e "pitecos" Erika Lupianhes Lastrucci

**Com as próprias mãos**


Subitamente olha-se o horizonte à espera de soluções, milagres ou perdões.

Com as próprias mãos faz-se trabalho, justiça e pecados irreparáveis.

Se o bordão fosse fútil não teria utilidade inconsciente, não é mesmo?

Exemplificando a metáfora:

Um bolo..

... é prazeroso comer, alimenta o corpo e o ego...

- a solução: movimentar as mãos para fazê-lo

- o milagre: saiu bom independente de colocado água ao invés de leite por necessidade e por fim saiu fofo e perfeito...

- o perdão: coloca-se ingredientes desnecessários para a receita (Ex: cuspe na massa, sal ao invés de açúcar, purgante como toque de maldade)

- o trabalho: vencer a si mesmo para fazer o melhor possível deste bolo

- a justiça: alimentar a quem tem fome

- o pecado: envenenar alguém

Por fim, sabe-se que o fermento é que não pode faltar...

Somos fruto de situações que envolvem diversas emoções diárias...atentemos para não deixar as mãos cheias de maldade e remorso, sequer atrofiadas ou feridas por excessos...

A receita é:

Olhar ao horizonte e suas próprias mãos.. veja o quanto você pode ser aquilo que realmente deseja; ou um bom chef ou um mal gourmet.


Nunca acredite que um ato regido pelo ódio salvará suas mãos de sua consciência.


Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

¨Atitude¨

Segundo o dicionário de Psicologia:
1. Reação adquirida, de maior ou menor conteúdo emocional, relativa a um estímulo qualquer ( KIMBALL YOUNG). Ex: atitude para com a guerra, para tal ou qual opinião, etc.
2. Estruturação preparatória orientada de um ponto de vista perceptivo ou reacional: atitude de escuta ou espreita; de relaxamento motor na iminência de um assalto ou na partida de uma corrida; de transe verbal, etc.
Usando as duas definições podemos verificar se freamos ou se partimos frente os estímulos recebidos.
Ter a atitude reacional com final positivo significa que seguiu direito seu lado racional e emocional. Parar frente estímulos significa que há algo de errado ou latente ou manifesto, claro que não se deve reagir a assaltos, tampouco a agressividades explícitas verbais ou comportamentais, porém, estou explorando o lado mais fácil da coisa...Ex: você diante de uma situação embaraçosa. O quê fazer? Como proceder? Pois então, tendo a atitude correta sequer fica numa situação embaraçosa.
Eis o grande motivo desta pequena postagem.
Tenha atitudes positivas em prol de si mesmo, mesmo tendo estímulos negativos com caráter latente de tentar deixa-lhe de "saia justa".
Erika Lupia Lastrucci

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

**Ser Merecedor**

Bem, começarei simples, expondo o lado emocional disso... Ser merecedor é estar de bem com a vida, acreditar que o Universo possui infinitas possibilidades para tudo que você deseja, é estar sempre movimentando para receber sempre, é estar na ação juntamente com a vibração positiva de suas capacidades, é confiar plenamente na capacidade que o Universo tem para compreender bem aquilo tudo que precisas. É mais que isso, é vibrar antes de ter, é ser antes de materializar...
Ser merecedor é mais que otimismo, é ter convicção que tudo lhe é possível, o ar é para os pulmões assim como os desejos são para o indivíduo, não existe diferença nisso...
Há quem diga que o mundo é pequeno, que Deus não olhou naquele endereço, que as portas se fecharam, que o Universo não conspira favoravelmente para todos... Isso é crendice racional de gente desmotivada e pessimista, isso é para quem não crê em suas próprias capacidades...verbalizar algo assim é pronunciar sua própria derrota em sonhos...são os sonhos que trazem as conquistas e as vitórias... são os sonhos que dão motivação e desprendimento, são os desejos que movem o Universo e o Ser em sua totalidade.
Estou bem inspirada e praticamente convencida para afirmar que cada qual tem o que merece à partir daquilo que pensa ser merecedor...
Há pessoas que se limitam e acabam limitadas em sua totalidade, e claro, usando o texto abaixo, usam da vitimização para arrancar de quem tem sonhos e objetivos o seu melhor....(é quase uma perversão).
O Universo é Mente.. e mente é ilimitada, é instranferível, é única em seus conteúdos...
Atentemos para a vida, acordemos com esperança, a esperança, os sonhos e objetivos dão a motivação necessária para a realização de tudo que queremos ser e ter.
Desde que nascemos somos vitoriosos, vencemos a pior etapa: ser o melhor entre zilhões!!!
Ainda se sente incapaz? Ou capaz por demais? ***Cuidado, um outro ponto disso tudo é a megalomania ( idéias delirantes de grandeza (força física, poder, riqueza, identidade principesca, etc.). Segundo MAGNAN, constituía uma das últimas fases do delírio crônico).***
Usemos a capacidade cerebral que temos.. nem tanto ao mar, nem tanto a terra...meio termo, pois nada de ansiedade ou depressão, usemos da capacidade e força que temos para realizar o desejado, seja lá o que for dentro do possível real e humano.
Erika Lupia Lastrucci

** Vitimização **

Vitimização = Mecanismo defensivo do vitimizado, visando a usufruir vantagens, fazendo valer a sua situação de vítima (Draucolides, 1959)
O porquê deste assunto?
Para que tomemos cuidado com "pessoas vítimas".. ou se entitulam vítimas de si mesmo, ou de outrém e até mesmo do destino e situações...
São pessoas que arquitetam, planejam e tendem a manifestar a piedade nos outros. Só que fazem este "trajeto" por meio de chantagem emocional; pois se colocam em situações vitimizantes estratégicamente, é tudo de caso pensado.. Passam-se por pessoas desfavorecidas e na verdade estão apenas lhe tirando o melhor, se alimentando de tua boa intenção, ou mesmo da tua piedade.
Reflita e saia deste comportamento tanto quanto antes...
Erika Lupia Lastrucci

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

** Você: alvo de julgamento? **

O que pensar de pessoas que não lhe conhecem, que jamais fizeram parte de sua história de vida e sentem que te conhecem o suficiente para julgar aquilo que és, ou interpretar banalmente a forma com a qual se expressa?
Então... o erro é único, o de si mesmo permitir esse tipo de intromissão, tanto energética quanto psiquicamente no teu ser...
Saiba distinguir que o outro, quando fala sem pensar não convive com você, não pertence ao teu mundo, não sabe absolutamente nada o que se passa em teus pensamentos e quais são suas verdades.. Perdoe, pois; se não pretende ficar nesta velha energia de comportamento julgador, terá que ser nobre em não julgar a falta de compreensão do outro e pontuar-se a limitar informações a teu próprio respeito, pois se não der espaço, tudo fica como tem que ser: respeito ao limite do outro.

Faça por você, e já estará fazendo o bastante!

Erika Lupia Lastrucci

sábado, 28 de novembro de 2009

** Ama-se mais de uma pessoa ao mesmo tempo? **

Sim, ama-se.
Infelizmente não podemos expressar isso como seria o "provável" correto. (ao menos nas minhas teorias caóticas e insensatas - perante grande parte do mundo!...rs*).
Mas veja, nós todos somos obrigados a fazer escolhas desde que nascemos, e uma das imposições sociais e religiosas é a característica de "pecado" por se ter dois focos de amor.
Porém, não é proibido "sentir" dois amores, (afinal, só a gente sabe o que pensa realmente, o que sente realmente, somos donos efetivos de nossos sonhos e pensamentos e reais sentimentos, isso definitivamente é intransferível, ilegível aos olhos alheios) então faz-se a polêmica real: trair ou separar?
O conflito desenvolvido é geralmente: de culpa, medo, arrependimento, frustração, decepção entre outros tantos negativos que se possa imaginar.
Temos por cultura a monogamia e estaríamos além de tudo traindo a Pátria caso houvesse fagulha de um sentimento por outro que o (a) alfa escolhido (a)... (seria cômico se não fosse trágico esse comportamento rotulado em nossas testas).
Ser honesto consigo sobre isso é um grande passo para seu autoconhecimento.
Erika Lupianhes Lastrucci

** Então, é o fim... **

Elaborar um relacionamento terminado requer uma certa "determinação".
A pergunta frequente é: deve-se partir para outras tentativas ou ficar remoendo aquilo que não deu certo...?
Pois é, é fato que cada indivíduo tem um "tempo limite" para chegar ao entendimento que nada precisa acabar definitivo, uma porque o sentimento bom é eterno..o que se rompe é o relacionamento que desgastou o casal, mas jamais e em tempo algum os bons sentimentos do mesmo.
O entendimento disso traz a compreensão e desenvolve-se então uma grande força em vivenciar as outras experiências de formas diferentes para que não haja as mesmas falhas e muito menos comparações.
Nos relacionamos e amamos de diversas formas desde nosso primeiro até o último dia.
Os verdadeiros amores jamais são esquecidos, são lembrados a todo momento com um certo sabor e cheiro de: - que maravilha era!!!!!
Manter ao menos a cordialidade com quem foi nosso grande amor é a forma mais pura de expressar a gratidão por todos os momentos bons vivenciados.
Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

** Dependências **


Em quais momentos devemos agir de acordo com o esperado do outro?


Isso é cruel, não é mesmo? É a bota no pescoço, de um jeito veladamente masoquista...


Há quem age de acordo com o que é do outro por:


- dependência financeira,

- dependência emocional,

- dependência social,

- dependência profissional,

- dependência por conveniência,

- dependência por invalidez de vontade própria...


Ou seja, posso enumerar o que for, mas todas elas começam com a dependência...


Como então desprender-se do valor da dependência?


Esse processo requer abolir a auto piedade e a vitimização do "eu" e partir para a auto afirmação de si mesmo.


Não é difícil, criar dependência consigo mesmo é um comprometimento de valorizar suas próprias vontades, de explorar o que há de melhor em si, de vivenciar as mais inusitadas sensações por conta própria, sem depender da aprovação de outrém...


Porém, há uma ressalva: que esse resgate feito seja para seu próprio bem, sem violentar os conceitos básicos da vida em si e obviamente não prejudicando ninguém, sequer colocando outros na condição de "dependentes"...


Independência no Ser!!


Erika Lupianhes Lastrucci


**perdas**

...Perdas são necessárias para que saibamos lidar com ausências...
Falo isso, sem o menor pudor ou culpa, pois, esta sensação é necessária para se trabalhar bem (elaborar) a frustração cotidiana... O "não ter mais" faz com que repensemos e reavaliemos os fatos já ocorridos anteriormente, a consequência disso é estarmos mais preparados para lidar com coisas semelhantes ou parecidas sem muitos danos futuros.
Há ditados populares que reafirmam isso.. um deles é:
" É preciso sentir a ausência para valorizar a presença"
Além de sábia, tem em seu conteúdo latente e subjetivo manifesto aquilo que poderíamos ter feito enquanto o fato era presente... Por isso que as perdas são necessárias...para nos ensinar a valorizar...
O ser humano tem uma tendência forte a não prestar atenção naquilo que tem, e quando perde olha e pensa: -"mas o que aconteceu que isso estava aqui e não está mais?"
Pois é... só acertamos errando, os erros e falhas em relação a não prestar o devido reverenciar do que é nosso, nos leva a sufocar as emoções límpidas, fazendo com que as mesmas se percam de nós..
O resgate está em elaborar a valorização daquilo que "ainda" possui, não deixar que escape das mãos por não ter valorizado...
Refiro-me neste texto, essencialmente às emoções quando digo que as perdas são necessárias, pois concluo que todos nós temos um caminho a percorrer de elaboração da valorização do que é nosso e o que fazemos com isso...
De que forma trato o meu amor próprio? e amor da minha vida? e meus filhos?
Com que disposição valorizo quem está perto por vontade própria?
Repensemos o valor que nos damos e que damos aquilo que temos, a partir disso; as perdas diminuem e nossa auto-estima se eleva.
Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Oração da Gestalt

"Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas .
...Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas,
E você não está neste mundo para atender às minhas.
Você é você e eu sou eu.
E, se por acaso, nós nos encontramos, é lindo!
Se não, nada se pode fazer."

Frederick S. Perls
Utah: Real People Press, 1969.

Explicando bem:
A abordagem da Gestalt é simples: prestar atenção ao óbvio.
A abordagem existencial: nós somos um organismo e não "nós temos um organismo". O organismo sempre funciona como um todo e não como soma das partes, nós somos essa coordenação sutil.
Por isso, aos que me conhecem há MUITOS anos e por vezes me ouviram falar dessa teoria, permaneçam no óbvio, pois individualidade na totalidade faz parte de cada um... as coisas se completam, não se fundem...
Permaneçamos Todos Felizes !!!
Erika Lupianhes Lastrucci

domingo, 11 de outubro de 2009

**Ilusões**

Segundo o Dicionário de Psicologia ...
1- Aparência falsa tomada como percepção exata, ilusão de intermetamorfose, de FRÉGOLI (reaparecimento das mesmas pessoas sob disfarces sucessivos)
2- Assim se designa, impropriamente, o fato da estimativa direta de um elemento perceptível (visual, tátil, auditivo, olfativo, etc) ser afetada por um erro sistemático devido aos próprios processos da percepção. PIAGET denomina ilusões primárias as que são explicáveis por simples efeitos de campo; elas não aumentam com a idade. Já as ilusões secundárias são atribuíveis às atividades perceptivas de relacionamento dos elementos e surgem com o desenvolvimento dessas atividades.
...Explorando isso e trazendo para o campo emocional individual...(afetivo propriamente dito!)
Já adultos, muitos indivíduos vivem numa constânte de ilusões secundárias por uma questão afetiva mal elaborada. Vêem apenas aquilo que lhes falta e não aquilo que realmente lhes completa..Compreendem o relacionamento de atividades como um relacionamento único, tornando-se interdependentes do fator externo...
Torna-se impossível a racionalização (o famoso "ver de fora") para lidar com o quê os fez sentir numa posição mais confortável perante o fato de ter que lidar com seus medos, rejeições e abandonos... Tudo limita-se ao ponto de estar apenas vendo que está acontecendo na hora sem medir os esforços de tornar-se equilibrado antes de experenciar algo que lhes complete como um todo. Uma porquê o que lhes completa no todo está mal elaborado...é o "si mesmo"...
Iludem-se achando que o que está fora está preenchendo suas questões, não conseguem desviar o foco para o quê realmente completa...
A soma é sempre bem vinda, mas com os pés no chão, sabendo que não é preciso ilusionar algo que não é intrínseco..
Tem tanto a falar sobre isso que acaba mexendo em minhas próprias emoções, se pudesse compartilhar sem perder a ética, diria que; há muito pude ser feliz com as ferramentas próprias, sem a ilusão de absolutamente nada externo a mim mesma...
Se algo faltou... foi mais de mim no meu ser...(rs)...
Sabe, saber lidar com os fatos concretos requer um tanto de frieza, nunca é muito gostoso lidar com apenas aquilo que somos e temos, às vezes é necessário sentir algo a mais para próprio conhecimento , mas sempre não correlacionando a ilusão com a realidade, por favor!!!

Sê feliz consigo antes de mais nada!

Erika Lupianhes Lastrucci

domingo, 4 de outubro de 2009

**Simples assim**

Valorize cada pessoa como ela é, assuma seus sentimentos mais profundos, perca o medo da felicidade, nada é mais prazeroso que reconhecer que a felicidade é intrínseca quando não fazemos julgamentos precipitados, quando nos tornamos livres de amarras impostas por nós mesmos.
Veja o quanto tempo ganha de vida se materializar o que está dentro para fora...
**Simples assim**
Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 22 de setembro de 2009

* ameaças virtuais *

...Sabe os e-mails milagrosos e os e-mails punitivos que recebe? Pois então, falemos deles... Dentro da "minha verdade" quero expôr meu pensamento sobre isso, meu desejo maior é de querer alertar "humildemente" por quem passar por aqui.
Sabe, dependendo do estado emocional individual, algumas linhas escritas podem fazer um verdadeiro desastre de suas vidas...fica algo caoticamente dependente de coisas externas, pior ainda quando se trata de externo virtual...Têm coisas medíocres e hipócritas que se recebe e se lê ... acaba sendo repassado por legítima defesa, por medo, insegurança, fé acorrentada num milagre de ordem externa, ausência de fé ou desespero...
Talvez eu goste de "pessoas" o suficiente para tentar abrir seus olhos...posso até estar errada, mas com certeza estou certa dentro do contexto ameaçador que até mesmo eu, leio todos os dias!..
Entendam: CREIO que o quê é lido fica armazenado no inconsciente e se não estamos saudáveis emocionalmente/psicologicamente pode acabar travando a mente de sua sabedoria universal. Atropela-se e sabota-se à espera de um milagre ou de uma punição...
Me revolto, sim; e não unicamente por mim, é por quem não tem o equilíbrio momentâneo e se deixa levar, às vezes algumas pessoas até materializam e psicossomatizam uma doença ou um acidente (dependendo da energia que canalizaram ao texto que leram e internalizaram)..
Há alguns que recebo que deslavadamente é a mais pura desavergonhada e explícita manipulação do livre arbítrio do outro.... Não permitam mais a TENTATIVA de projetar algo sequer em sua caixa de entrada, consequentemente: na sua vida !! .. Na verdade gostaria que todos tivessem a compreensão nesse mesmo nível....rs...(pretenção a minha???).
Não entendam mal, mas vejo estas linhas por mim digitadas como uma tentativa de ordem verdadeira...***NÃO SEJAM MANIPULÁVEIS***.. (sequer virtualmente)...
Afirmo: o milagre verdadeiro independe de formas externas, o milagre está dentro da gente...a sorte e a fé são únicas e intransferíveis, não a tratem de forma grotesca ou banal!..
Erika Lupianhes Lastrucci

***limite***

Como referir-se à limites? Ponderadamente ou despudoradamente?
(((Limite e saciedade têm correlação!!! - L.L,E.)))
Levando em conta a falta de limites interno de um sujeito, é justo afirmar que não é possível o mesmo enxergar quando está satisfeito ou não referente ao que deposita em outrém, pois o que é depositado não passa de unicamente a "FALTA".
Explicando meu ponto de vista: Um indivíduo designa sua insatisfação pessoal em outro sujeito como tentativa de resolução rápida e eficaz contra sua falta de capacidade de pontuar suas questões (das mais complexas às mais corriqueiras). Isso ocorre quando primeiramente o sujeito não impõe seu limite próprio. Estou falando aqui, de pessoas que possuem consciência sadia, com problemas emergentes, sim; mas que não possuem doenças patológicas da área mental.
Transpondo o pensamento para clínica psicoterápica: há pessoas que buscam uma ajuda desmedida, acreditam que o profissional em sua frente além de "mágico, malabarista, curandeiro, entre tantos outros codinomes"; tem por OBRIGAÇÃO "resolver" suas questões e não compreendem que, na realidade, somente com o respeito pelo limite de si mesmo isso é possível. O respeito aos seus limites é fundamental para que haja o "insight". Mas nem sempre é assim pois geralmente a carência de si mesmo gera mais insatisfação e menos saciedade de respostas ...
Indivíduos com essa falta usam dos mais "diversos meios" de se colocar frente o limite do outro, testando e afrontando descaradamente não só o seu, como o do outro. Os meios mais utilizados são: prepotência, vitimização, imposição velada e manipulação (...). Levando em conta sua dificuldade, não é levado ao campo pessoal, só é desagradável quando usam desses meios para "coagir". O indivíduo que apresenta esta característica passa desavergonhadamente por cima dos limites do outro para obter uma "falsa" satisfação de ego e uma impressão de que conseguiu transpor então, o seu limite e o do outro...
Voltando ao cotidiano: Um sujeito sem limites nunca está saciado... organicamente falando, o hipotálamo é a área cerebral responsável pela saciedade, sabemos o que acontece quem apresenta essa disfunção no hipotálamo...
Podemos então correlacionar esta informação aos comportamentos psicológicos?
Sim, podemos!... a saciedade emocional depende de "freio" interno e não de limites externos...
Antes de exigir é preciso ter limites, saber colocar-se em seu lugar sem invadir a satisfação ou insatisfação alheia... Sem extrapolar a linha que divide você do outro, sem idealizar que suas questões são melhores e mais importantes do que as do outro, ...
Por isso tudo postado tenho uma recomendação: não é preciso colocar os outros em seus devidos lugares a prioridade é colocar-se.. ( o outro entende quando nos colocamos sem que precisemos verbalizar ou pontuar)...Também economizamos energia mental, canalizamos o limite em nossas próprias ações e comportamentos, estando em seu espaço único e intransferível é muito difícil haver desapontamentos, frustrações e irritabilidade.
Assim entendo o que é limite!
Erika Lupianhes Lastrucci

*Manipulação*

A expressão manipulação é ambígua... e falar disso é mais que complexo...
Dentro de todo contexto, todos nós conhecemos indivíduos manipuladores, seus motivos são os mais diversos possíveis, mas atentemos ao texto, quem sabe possamos "escapar" ilesos de gente que usa da manipulação para seu conforto pessoal e irresponsável.
Morfologicamente falando; o termo manipulação e seus derivados provêm em todas as línguas ocidentais (alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português). Vêm do latim manipulus, manipulare, manipulatio, manipulator. Manus (mão) e Pleo (encher).
Seu significado original está relacionado com a idéia daquilo que se leva na mão ou do que pode ser contido na mão.
Metaforicamente: um tratamento e manejo dos materiais manipulados e de suas possibilidades para obter um resultado concreto partindo de uma alteração da natureza ou modo de ser desses elementos, aproveitando suas propriedades, suas qualidades, as energias, as leis intrínsecas de cada um.
O manipulador obtém resultados diferentes daqueles que são próprios dos ingredientes naturais, mas sem os alterar previamente..
Psicologicamente: Esta palavra denota: segredo e ganância, prestígio e atenção.
A manipulação é geralmente classificada com:
- violação explícita da liberdade do homem;
- violências físicas ou morais colocadas sobre outras pessoas;
- forma de desumanização.

O conceito de manipulação se qualifica em ausência ou supressão de toda dimensão crítica por parte do manipulado e a falta de critério e princípios por parte do manipulador.
Manipulação não significa uma simples influência, sugestionabilidade ou treino de poder ilícito, mas é uma forma inconsciente de exercer influência e poder, secretamente em sua ganância implícita e velada. Os estímulos da manipulação são percebidos de forma inconsciente. Criam assim uma falsa consciência, e, a partir dela, o sujeito manipulador acredita que tomou uma decisão racional e que, na maioria das vezes saiu "ganhando" frente ao ser que manipulou ou que "acredita" ter manipulado... Aproveitando-se da forma irresponsável de uma disposição fundamental do homem, de sua natureza , deixando estática sua capacidade de objetivação e de distanciamento, até de sua liberdade. A manipulação deve ser considerada como a mais algoz de todas as outras formas de violência ou de opressão.
A manipulação é um método usado frequentemente por pessoas que possuem dificuldade de raciocínio rápido, atacam sempre antes com esta estratégia para defender-se daquilo que não podem competir honestamente. Usam este meio para proteger-se de si mesmos.
O difícil é assumir o papel que está sendo manipulador (a), pois não têm intrínseco a ética adequada. Não compreende saber se isso é errado ou certo, a maioria dos manipuladores levam vantagens, usam da lei de Gerson para ocupar-se no espaço e tempo que nem são deles, fazem de modo que sequer se ruborizam quando são pegos em flagrante... por isso tão difícil um manipulador assumir que o é, pois mesmo perdendo terreno, acreditam estar ganhando algo...
..Mas que algo se ganha quando se é desmascarado?.. (a desumanização é tamanha que sequer sabem que perderam alguma coisa, não possuem crítica sobre si mesmos).. e acreditam que mesmo desmascarados podem reformular a estratégia ...
Que saiamos deste círculo ... Não é bom ter um ser manipulador por perto...
Cuidem-se pois além de serem vítimas podem acostumar-se com tal dinâmica, e garanto: isso não é bom para si mesmos*

Erika Lupianhes Lastrucci

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

**Ambivalência**

Definição:
1. Tendência a sentir um fenômeno psicológico, ao mesmo tempo, sob dois aspectos contrários: afirmar e a negar sucessivamente o mesmo fato; a exprimir ao mesmo tempo dois sentimentos opostos. Observa-se, sobretudo nos estados esquizofrênicos, na hebefrenia ou demência precoce.
2. Manifestação da existência simultânea, em relação a um mesmo objeto, de duas tendências ou atitudes, ou sentimentos opostos (Freud, S.).
3. Atributos de caráter contraditório, mais ou menos igualmente desenvolvidos.
Falemos da esquizofrenia: Afecção mental caracterizada por um relaxamento das formas habituais de associação de idéias, uma diminuição da afetividade, fechamento sobre si mesmo, com perda de "contato vital da e com a realidade".
A hebefrenia e a demência precoce possuem praticamente a mesma definição. É uma doença frequente que tem seu princípio na adolescência. Caracteriza-se pela inércia, quebra de afetividade, fechamento em si mesmo, sentimento de estranheza, perturbação da corrente do pensamento, discordâncias, dissociação intelectual com bizarrices do comportamento e numerosos sintomas de catatonia. Parece estar ligada com uma degeneração do sistema nervoso, ou a um comprometimento tóxico-infeccioso do cérebro.
Com estas informações fidedignas, podemos então nos questionar se não estamos sendo incoerentes com nossas palavras e atos frente nós mesmos. A ambivalência tem a tendência a interferir na reação de sentimentos e ações referente sujeito-mundo.
Tomemos consciência de que somos capazes de não ser ambivalentes frente nossos conteúdos para não identificar um problema de ordem esquizofrência ou hebefrênica.
É possível, com a psicoterapia atual, identificar o problema e clarificá-lo para ao menos ser consciente frente a doença.
Ter esquizofrenia não significa que não compreende o que tem. Ser hebefrênico não significa que limita-se ao rótulo.
É preciso identificar verdadeiramente o pensamento e a ação antes de rotular-se ou mesmo internalizar a doença... digo isso, pois há quem justifique quem é desta forma; por achar mais cômodo, e há quem justifique quem é por não ter nenhum desses rótulos...
Sejamos justos com nossa psique, identificar nossos comportamentos faz parte da saúde mental.
Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

On ou Off?


Estar on ou off para o mundo depende apenas da sua vontade...


Adquirir a vontade de presença ativa no mundo é imprescindível, compensa as recompensas, faz da atitude e da ação uma forma de interagir efetivamente.


Existem pessoas que se isentam dos fatos, com medo de não saber fazer e outras por medo de sobressair e ser visto em seu ponto de vista.


Independente do medo que alguns indivíduos apresentam é preciso se colocar frente sua própria vida, em tomada de decisões, em colocação de praticidade e antes de mais nada em individuação do ser pensante que somos...


Deixar o botão sempre no off apaga um possível brilho nas conquistas, minimiza a chance de estar fazendo algo de importante por si mesmo (a).


Repense na forma de se colocar....(on ou off).... perceba que na verdade as ações e virtudes precisam ser expostas para alcançar a individualidade de méritos para si mesmo (a).


Valorize o botão que liga e pluga você ao mundo!


Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

** Aqui e Agora**


...Dignifique o que sente tua alma com relação a si mesmo...


Saboreie seus sentidos ( que seja uma brisa ou mesmo um tsunami emocional ).


Faça valer a pena cada instânte vivido e nestes empurre-se sempre para o alto, leve e livre apreciando a sensação.


Liberte seu pensamento de perturbações, dê descanso a si mesmo! Quem humanamente consegue ""viver"" apenas de coisas ruins?... Os que fazem isso consigo sobrevivem a si e não convivem em si...


Descubra-se de falsos princípios que a vida tem que ter dor para que aprenda algo... Isso é lenda!... de coisas ruins aprende-se sim, e não necessariamente na dor, na culpa, no medo... aprende-se com a compreensão do ato.


Sábio é quem acredita que Aprendizado é corriqueiro, de tudo ao menos "um" exemplo se tira e uma resposta correta surge.


Aqui e Agora olhe-se e enxergue-se verdadeiramente, veja quantas coisas boas você já fez e já recebeu..


Aqui e Agora o instânte é de reflexão real... Para que lutar contra si mesmo? Por que não é merecedor de equacionar algumas questões?... Talvez porque prenda-se tanto à moldes antigos que não perceba o quanto está preso ao passado ou se preocupando com o futuro...


O aqui e agora é mais prático, mais vivencial, menos dolorido e muito menos ansioso. Basta querer estar no aqui e agora, lembrando-se sim do passado mas em contrapartida deixando a sensação de lá, lá mesmo... Leite derramado não alimenta a criança que "aqui e agora" pede por ser olhada.


Enfrente-se como uma criança, não como um adversário... a criança dentro de ti é humilde ao ponto de perdoar erros, não responsabilizar ninguém e nem a si mesmo por não saber pular amarelinha... o máximo que a criança faz é tentar aprender ou ensinar, jamais se volta contra alguém, jamais enxerga a maldade, acredita em todo seu potencial de aprendizado...supera-se a todo instânte em busca de felicidade....


Aqui e agora ... Busque sua criança... Deixe-a sair de onde a prendeu... Deixe-a pular amarelinha, pois o objetivo da amarelinha é ir para o Céu e não viver no Inferno*



Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

** um poema **




Não importa se é poema, poesia, verso ou prosa,






Se ele retrata alegria, amor, distância ou rima lamoriosa..






Um poema precisa de inspiração para ser confeccionado,



Precisa de precisão para ser idealizado,



Há de ter rima e métrica para ser cantado,



Enfoque nas batidas da esperança em ritmo acelerado...






Sacrifica-se a racionalidade,



Impõe-se a tonalidade,



Busca a precisa forma do sentimento em sanidade....






Transforma a cor da identidade,



Desnuda o caráter interno da personalidade,



Ramifica raízes grossas em santidade e



Justapõe-se ao sentido a sua vontade...






Claramente, clara mente, mente clara onde que tu mente?






Inspiração ludificada, quase tudo ou quase nada



O amor vivenciado, sempre bom e nunca errado






No poema há pecado, há mentiras e destilado



Mente clara, claramente; a verdade mora ao lado.






Erika Lupianhes Lastrucci

Medos...


Conviver com os medos é quase a mesma coisa que adaptar-se a ficar estagnado, parado, inerte, catatônico...

O bom mesmo é encarar seus medos de frente, olho no olho, peito aberto, procurando evidencializar o núcleo desta travada de passos.

Medo paralisa...

A definição técnica para medo é emoção... emoção por sua vez, é uma reação afetiva de grande intensidade, dependendo de centros diencefálicos (segundo Penfield; designa transformações nervosas que asseguram a integração de funções dos dois hemisférios cerebrais, constituiria, segundo este autor, a sede da consciência pessoal) e comportando, normalmente, manifestações de ordem vegetativa.

Ou seja; o medo paralisa mesmo...

É preciso vencer a barreira do "deixa para lá porque tenho medo de fuçar isso"...

Quem não procura os reais motivos de seus medos fica à mercê dos mesmos e não prioriza-se em questão de seus sonhos e consequentemente em seus objetivos.

Só se tem objetivos (e metas) se é possível ter o sonho de alcançá-los.

Conviver, viver, adaptar-se ou ser permissivo com o medo atuante em sua vida emperra o ciclo real que as coisas teriam que seguir.

O mais justo consigo é buscar o "motivo" do medo e desmascará-lo.

Tente colocar em primeiro lugar seus desejos, suas metas, seus sonhos, suas esperanças em primeiro lugar e verá como as coisas mudam ... e para muito melhor!

Não seja vítima de si mesmo, desmarcare o medo que você permitiu que se instalasse..


Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

**alimentar o que for bom**


Sempre nos defrontamos com fatos desagradáveis, é um meio também de se perceber vivo e exposto ao mundo.

Muita gente usa de indiferença plena, outras tantas usam da técnica de Scarlett O'hara (fazem um dramalhão), tem também as que se enfurecem, enfim, cada qual possui um meio de se "defender" destes fatos não harmoniosos que a vida por vezes apresenta.


Existe, porém, a conscientização de estar vivo e susceptível a estes fatos e juntamente com esta idéia; um foco de centralização do eu.


Existe um provérbio que diz:


"Dentro de mim moram dois cães, um raivoso, bravo, enfurecido, maldoso e o outro bom, sempre estão em luta... quem vence a luta é aquele cão que alimento com mais frequência"


É praticamente a mesma coisa que afirmo com tanta frequência à quem me procura para falar de si:


" Cada fato tem a importância e peso que você dá a ela" (L.L,Erika)


É muito interessante saber que não precisamos ignorar, maldizer, dramatizar, somatizar ou seja lá o que for frente os ocorridos, podemos lidar com o fato de forma simples, não fria, mas de modo que não descentralize sua energia para outro foco que não seja o seu.


O comportamento do fato externo não tem o poder de contaminar você ao menos que o permita.


O fato não tem como atrapalhar a sua vida e seu percurso ao menos que você seja conivente com ele.


Alimente-se do que é bom, alimente o cão bom dentro de ti, a luta quem vence é você consigo, mesmo com tudo em volta querendo fazer você acreditar que está tudo perdido.


Não desista de você!


Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A União...


Façamos uma análise crítica do casamento.. Isto não quer dizer que sou contra o mesmo, pelo contrário; sou imparcial nas decisões alheias.

O texto por mim escrito, acredito que servirá para muita gente, pessoas de todos os estados civis vigentes e opções sexuais, creio que fará repensar seus comportamentos frente a união.

...Saboreiem...


Já é difícil aceitar um amigo com diferenças expressivas, imagine-se acordar todos os dias com a diferença ao seu lado...

Anos de cumplicidade de sentimentos faz chegar à completa complexidade da falta dele...

Nem tudo termina em pizza, mas sempre se salva a azeitona... a borda recheada e o recheio vão ficando cada vez menor quando se trata de união por aparências... diria mais que seria união por pura incompetência!

O local predileto de casais estafados é a cama, é onde se unem por meio do ato sexual (salvando a azeitona!), eleva-se os pontos altos do relacionamento mas o recheio e a grande borda recheada...permanece vazia...

A cama afasta a diferença que fora dela é gritante e assustadora, investe-se em corpos com voracidade e devoção esquecendo-se então do que há dentro do corpo fazendo travessuras ou até mesmo estirado na cama... Tapa-se tudo com a bandeira de seu time de coração estampado na cara de seu (a) parceiro(a).

Há local melhor do que a cama para extrapolar toda tensão adquirida pelas pressões e cobranças diárias? Há onde melhor não enxergar a diferença? É onde se compromete a união por força da afinidade sexual...? São perguntas ou afirmações? (rs)

Fora da cama, tolera-se os maremotos tempestivos da genialidade de cada um? E os costumes e manias? Fora da cama existe os acordos não nupciais? Há diálogo e compreensão?

((Espero de todo o meu coração que sim.))

Dentro desta união pode-se dançar a mesma música sem sentir culpa de ter pisado no pé do outro? O outro compreende que você errou o passo e não lhe culpa por ter estragado seu sapato novo?

Você consegue viver em harmonia consigo e com as diferenças habituais da união de seu parceiro ?

Reflita e respeite-se para saber como respeitar o próximo*


Erika Lupianhes Lastrucci

O Cotidiano...



Se as coisas se apresentassem de modo mais prático tudo ficaria mais rápido e melhor....

Porém, o desenrolar do dia não é bem assim, é mais complexo, mais árduo e com necessidade de vencer batalhas lentas e por vezes, dolorosas.

Temos vontade às vezes de soltar um sonoro: - GRRRRRRRRRR!! por nos deparar com esta realidade. É uma prosopopéia de indignação, raiva, defesas, medos,superlotação de emoções ou até mesmo de descaso, depende do leão que estamos tentando domar...

Apreciem sem parcimônia este momento, soltar o que está entalado alivia o peso do chicote em si mesmo, pois o domador antes mesmo de adestrar o leão necessita ser doutrinado, regrado, cauteloso e ter muito controle emocional...


Mãos à obra! Solte o rugido do leão...seja fera e domador de si mesmo*



Erika Lupianhes Lastrucci

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

**Equilíbrio**


Segundo HEIDER, um estado para o qual um sistema de relações (atitudes, sentimentos, etc) associando elementos, entre os quais indivíduos, e partindo de um estado instável de incompatibilidade entre as diferentes relações existentes, é chamado de Equilíbrio Estrutural.

A noção foi formalizada pela teoria dos gráficos. Exemplo: um amigo de meu inimigo é um amigo.


Pois então; a mistura da instabilidade dos elementos causa o desequilíbrio, formando então um caráter personificado desarmonioso em sua essência.

O equilíbrio não é facilmente atingido quando estamos relutantes em enfrentar os problemas de ordem maior em sua significância.

As demandas emergentes servem em sua importância como mecanismo de defesa para impedir o tão desejado equilíbrio em si.

Inconscientemente, bloqueamos abruptamente as relações exteriores para valorizar apenas o momento vivido atual, não tendo a percepção que este desequilíbrio faz parte de um contexto bem maior.

O trajeto para atingir esta estrutura equilibrada está em viver um dia de cada vez, sem pressa, resolvendo questões de ordem menos turbulentas ou mesmo mais turbulentas e sem a noção de sua devida importância.

Façamos o caminho da estrutura e assim, buscaremos o equilíbrio em nós mesmos, sem responsabilizar os outros por tudo aquilo está acontecendo no olho do furacão.

O olho do furacão é inatingível quando nos prendemos no maravilhoso mundo de Alice, pois nada passa de um sonho muito encantador e até turbulento, a realidade é outra. Busquemos o núcleo do tufão, não há nenhuma força (vontade, desejo, persistência) maior que a sua!

Equilibre-se!


((texto feito com muito carinho e "tentativas" ))


Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Equilíbrio de Comportamentos...


Entre tantos pensamentos racionalizados podemos confiar plenamente nas emoções contidas dentro deste?

Com qual veracidade de fatos podemos calcular o quanto estamos sendo coerentes com nosso desejo íntimo de emotividade?

Pois então, desde que saibamos colocar nosso equilíbrio de forma sustentável, as respostas para as questões anteriormente feitas expandem-se em mais questões satisfatórias e não fúteis, levando em conta que somos seres pensantes.

Além do mais, temos que saber onde é ponto exato a questionar as emoções e a razão, e equiparar nosso comportamento frente a ambas, pois o descontrole do equilíbrio nos leva a respostas nem sempre satisfatórias ou eficazes.

A tentativa do equilíbrio é quem nos faz repensar a forma com a qual interagimos com nosso eu. Desde que possamos compreender e entender este mecanismo, podemos então, procurar o desejado equilíbrio entre nossos comportamentos, questionamentos e reflexões emocionais e racionais.

Questione-se e equilibre-se.


Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A linha...


Dentre os passos existe uma linha imaginária...

... O antes, o depois, o agora...

Sobre o antes: não há como modificar o que ficou lá atrás, a linha imaginária não é suscetível à borrachas.... Todo o agora não necessariamente é reflexo do antes, pode ser apenas um método de negação e punição, ou até mesmo, simplesmente medo de olhar para frente sem ter como justificativa emoções traumáticas anteriores... Pode ser até questão de não aceitação por merecimento...

Já, o agora, pode ter infinitas possibilidades para o depois...mas para isso é preciso abandonar coisas ruins do antes, estaremos dispostos a traçar novos horizontes, mais ágeis em sua ativa linha de tempo e espaço? Saberemos lidar com isso verdadeiramente ou camuflaremos para ser resolvido bem depois??

Pois é... o depois torna-se o foco de nossas preocupações diante do que vivenciamos nas linhas anteriores...

Que tal desprender-se de coisas ruins que a linha tem em seu primórdio? Desprender-se do comportamento atual do não merecimento, olhar de frente o passo que deseja dar na linha em seu agora e munir-se de força para encarar sua linha no amanhã ou apenas depois de amanhã?

Esta pequena dica tem em seu conteúdo uma simples mensagem:

"não viva no passado e nem dele, ele já se foi (...); fixe seus pés no seu presente de preferência: agora; para ter depois um futuro brilhante dentro de tudo que desejas, mereces verdadeiramente e acreditas"

Não repita comportamentos passados ou comportamentos alheios do presente que não lhe caibam como bom presságio em seu futuro*


Erika Lupianhes Lastrucci

Emoções Veladas


Há quem diga que "brincadeira" é a mais pura representação do ID em sua essência.

Notemos e percebamos em nós mesmos se temos este procedimento como método.

Brincadeiras são saudáveis quando são isentas de vantagens emocionais...

Nem na ludoterapia vela-se a intenção para chegar no foco problemático do indivíduo menor que procurou ajuda juntamente com seus pais, tudo é devidamente esclarecido.

A lei de Gerson, hoje em dia; analítica e criticamente falando acaba por destronar grandes Reis, pois sempre "há um" dentre uns tantos que demosntra-se não disposto a servir de escada, apoio ou súdito.

É necessário antes de fazer uma brincadeira (emoção velada), saber para quem e porquê estamos colocando esta emoção, pois a interpretação cabe a quem a recebeu, fazendo então valer seus conceitos e tendo o direito de concluir o quê quiser.

Nada justifica nem um, nem outro. Por isso a necessidade do cuidado.

Internalizações não clarificadas são as maiores responsáveis por este comportamento, e é extremamente aconselhável prudência consigo mesmo e um suporte para decifrar o até então, indecifrável desejo de colocar-se por meio de brincadeiras.


Competição entre pessoas é muito normal, mas há de ser ao menos sério, congruente e dinâmico.

Afinidades entre pessoas também é muito normal, mas há de ser ao menos explícita e liberta.

Necessitamos compreender a rota da brincadeira quando não entendemos o porquê a fazemos...


Vá ao espelho, enxergue-se, respeite-se, não brinque consigo mesmo o tempo todo... assim poderá fazer o mesmo pelo próximo.


Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Objetivo da Psicoterapia


A Psicologia é um ramo que lida com pessoas nos diferentes aspectos do seu desenvolvimento enquanto ser humano.

Portanto, a procura de uma psicoterapia; leva o mesmo a identificar-se e autenticar-se em todos os aspectos .

Muitas pessoas, hoje em dia passam por dificuldades, inclusive em manifestar-se como indivíduos ativos, pois fatores de ordem afetivo-sócio-cultural nem sempre estão equilibrados.

O real objetivo é melhorar a saúde mental do indivíduo, equilibrar seus pontos apagados em certos campos. Não existem técnicas previamente prontas, ou receitas estipuladas para uma efetiva melhora, mas sim, existe a intervenção necessária, para que a pessoa que busca ajuda amplie a compreensão de suas dificuldades e limitações em relação "sujeito-mundo", propondo recursos que auxiliem seu desenvolvimento.

Atualmente, as informações sobre a Psicoterapia, além de diversas, aparecem meio distorcidas em sua caracterização essencial, pois a população usa ainda de pré-conceito nesta área, veladamente, mas ainda existe muito receio em contar suas dificuldades a um(a) estranho(a)..

Todos os problemas emergentes precisam de espaço e tempo para que o indivíduo possa parar e pensar em como equacionar suas dúvidas e ansiedades, por isso existem profissionais da área, para lidar de forma ética e antes de mais nada, imparcial, apenas fazendo um trabalho interventivo, de apoio, um trabalho de orientação ou mesmo um acompanhamento nas dificuldades apresentadas.

Enfim, este é o real objetivo de procurar uma psicoterapia, pois temos amigos e confidentes, mas estes, não se tornam imparciais em nossos problemas... e para resolver efetivamente é necessário a imparcialidade e um vínculo altamente profissional e ético.


Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

...Já ouviu o silêncio?


Em que breve instânte pôde ter o prazer de ouvir o silêncio?


" No breu de sons procuro algo a ouvir,

Mechas douradas me impulsionam a seguir

porque sei que dentro deste silêncio profundo, muito longe hei de ir...


Indo na direção do silêncio, procurando aquietar a alma, respirando dignamente num passo mais que coerente...


A leveza do andar, no silêncio deste mar, mar este que me afaga; mar este que me afoga num profundo silêncio do olhar...


Quietude é moradia, o seu lema principia, Inicia a trajetória que o corpo desconfia...


Entretanto vou buscando, nunca correndo - sempre andando, o que é justo em minha vida: meu silêncio mais que brando..."



Que este texto lhes traga a vontade de aquietar a gritaria, procurem o silêncio, pois é onde a vida inicia!!!



Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Psicoterapia também para sintomas....

Nem sempre lidamos bem com sentimentos e emoções... Por vezes, nos causa sintomas dos mais variáveis possíveis, trazendo inclusive para o campo orgânico uma série de sensações desagradáveis.
Sabemos bem que enfrentar o problema gera no corpo uma série de sensações, denominados, sintomas psicossomáticos, ou seja, somatiza-se o sentimento na mente e reflete no corpo.
Pois então, como então podemos aliviar esse estranho tremor nas mãos? A ruborização exagerada da face, o suor das axilas, inclusive a necessidade incessante de ir ao banheiro? (aqui estão pequeninos exemplos do que somatizamos no corpo)...
A primeira etapa a vencer é: conscientizar-se que realmente possui alguns sintomas orgânicos de origem emocional, em seguida; tentar identificar em quais situações sente-se assim, e claro, procurar uma ajuda específica para o caso.
É altamente indicado uma psicoterapia com acompanhamento semanal para falar sobre os medos, angústias, ansiedades e tentar minorizar o sintoma orgânico e com muito sucesso quem sabe, até eliminar essas sensações que lhe tomam o corpo.
Como exemplo, falemos da timidez. A timidez é um dos sentimentos que mais se torna explícito no campo orgânico, veja; sudorese, ruborização, tremores, gagueiras, inquietude no trançar de pernas e braços e uma necessidade absurda em não olhar para o alvo que lhe faz sentir-se "tímido", para não dizer : - uma fuga incessante de mirar o alvo e ser pego por suas caracterizações explícitas....!
Enfim, caso tenha sintomas orgânicos gerados por sentimentos não esclarecidos, é justo que procure uma orientação adequada, pois abre o campo de visão que tens sobre o problema emergente.
Crie coragem e analise seu comportamento, seja calmo (a) no introspecto desta reflexão para poder concluir a necessidade real em procurar um profissional que seja instrumento facilitador frente seus sentimentos, emoções, reações latentes ou manifestas.
Procurar um (a) psicoterapeuta não significa unicamente que está depressivo, com problemas seríssimos de ansiedade ou algo do gênero pejorativo, e sim, que você pretende definitivamente OLHAR-SE, ENTENDER-SE, COMPREENDER SEUS SENTIMENTOS E EMOÇÕES, e o mais importante: que você não usa das doenças atuais (síndrome do pânico, bipolarismos,etc) para justificar aos outros absolutamente nada a seu respeito, pois está em busca de si mesmo.
Na dúvida; procure um (a) psicólogo (a)!
Erika Lupianhes Lastrucci

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

...onde estarei eu dentro de mim?


Tratando-se de "si mesmo", já párou para perguntar onde esteve por tanto tempo?

Queira saber por onde perdeu-se dentro de si...

Digo isso pois a grande maioria das pessoas se condicionam a crer que são aquilo que querem ser, mas de forma meio esquisita, porque até onde estão sendo efetivamente aquilo que intuem e almejam como espectativa pessoal e individual?

Várias pessoas ao nosso redor depositam seus sonhos e frustrações em nós, e isso acaba limitando nossa verdadeira identidade, pois a grande maioria sente medo em não corresponder às espectativas alheias. Sentem-se inclusive culpados por não serem fidedignamente o que os outros projetaram a seu respeito..

A regra básica é conhece-te a ti mesmo, pois assim os limites são colocados de forma sutil e gentil, na verdade quando nos achamos verdadeiramente dentro da gente, temos por tendência natural sermos mais fortes e firmes em tudo que se diz respeito a RESPEITO próprio e alheio.

Temos a consciência plena em satisfazer nosso EU em todos os campos da vida, desde o individual até o emocional, profissional, social, familiar; dentre tantos outros.

É de bom tom permitirmos nos encontrar. A auto confiança resplandece em nossas ações, temos muito por encontrar quando nos deparamos com aquilo que desejamos ser e somos fidedignamente.

Os caminhos trilhados ficam mais límpidos e as pedras encontradas ficam menores, pois arcamos apenas com o que somos e não com culpas ou medos por estar fazendo errado no julgamento de espectativas e frustrações do outro.

Ser autêntico depende muito de você conhecer seus gostos, suas necessidades, seus medos e limitações e tratar-se adequadamente para não deixar a vida te levar como mais um...

Fazer a diferença nem sempre é possível, pois uma andorinha só não faz verão, mas tentar fazer a diferença é mais que um passo dado ao horizonte longíquo da tua liberdade como pessoa.

Permita-se apresentar-se a si mesmo, mostre a você quem és e o que gostas, descubra todo potencial que tens em tudo que coloca sua verdade em primeiro lugar. Aprenda com a sua verdade que pelo amor tudo fica mais fácil, ame-se, esta é a mensagem.

Ame-se, respeite-se, conheça-se.

Procure saber onde foi que você se perdeu e apresente-se novamente, isso o deixará liberto.


Erika Lupianhes Lastrucci