sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

*Divergências*

Gostoso explorar este assunto...
Divergências, ao meu ver, existem para nos dar mais opções em pensamentos, atitudes e comportamentos...existem também como fatores importantes externos, para de fato, serem decisivos e conclusivos em nossas próprias opiniões, tanto para reafirmação, quanto para reelaboração das mesmas. (partindo do princípio que tudo se transforma, é mutável e nada  emocional é estático - individualmente falando)
Tudo torna-se questionável e discutível na divergência, há mais coisas a serem repensadas quando elas aparecem...as probabilidades, idéias, opiniões e comportamentos alheios, são sempre válidos...é quase um teste de múltipla escolha, onde cada participante expõe seu ponto de vista. Torna-se um jogo de pensamento manifesto. Usa-se o cérebro em prol de buscas interiores mais eficazes. Usar da divergência a seu favor é passo grandioso que damos ao invés de usar da irritabilidade de ter sido contrariado em pensamento.
Inteligência racional foi feita para usar equilibradamente com a emocional...sejamos espertos frente a todas as divergências...elas nos trazem grande aprendizado de nós mesmos e do outro.

Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

*****mentiras*****

Prá que servem?


Prá "quem" serve?


Por que delas?


Você já párou prá pensar nisso?


Não?!


EIS A CHANCE!


Reflita!







L.L, Erika

**esperado X acontecido**

Qual a correlação entre o esperado e o acontecido?

Na verdade, a linha da correlatividade nisso não existe em sua totalidade, pois bem sabemos que o esperado nem sempre é aquilo que acontece, e vice-versa.

As frustrações postas são meras coadjuvantes de uma não aceitação desta regra sem excessão... Quase sempre não é possível ter-se o esperado ornando na totalidade com o acontecido e seu inverso é verdadeiro.

Tudo está em movimento, diria que até em rotação e translação - partindo de nós mesmos -  e isso inclui nossas esperanças e desesperanças pós fato concluído.

Espero que ao menos permaneçamos humanos a ponto de sentir as emoções em sua plenitude.. a desesperança, a mágoa, a incapacidade... e saber lidar com isso tudo de forma saudável. Forma esta, que não comprometa sua forma física, sua conduta, sua ética e moralidade, entre todos os inúmeros sentimentos e comportamentos que existem intrisicamente.

L.L, Erika

domingo, 26 de setembro de 2010

...externo...

Sabe quando pessoas julgam sem saber quem és?

Sabe quando rotulam inadvertidamente sem sua prévia aprovação?

Sabe quando pensam ser mais ou melhor por terem títulos ou "posições" que são falíveis perante a LEI da vida?

Pois é.... são só três pequenos e banais exemplos dentre as INÚMERAS coisas externas que acontecem a cada segundo de nossas vidas...

O que fazer quando o externo começa a lhe incomodar?

Que passo seguro dar em relação ao seu bem estar sem causar danos psíquicos em você?

Primeiramente, assegure-se sobre os vínculos q deseja manter e os que não deseja... Influencie esta suposição em vivência mental e perceba o que lhe acarreta em dor ou em alívio...

Se for dor...o vínculo existe...você não sabe lidar com ele...e nem consigo, pois percebe o quão estremecido ficou pós vivência suposta e mental... Procure psicoterapia!!

Se for alívio: Parabéns... Nada externo a você lhe causa danos e dores... Você tem plena consciência que és responsável por tudo que lhe permeia, desde um afeto até um desafeto, desde uma conquista a uma perda...você sabe lidar consigo e com o mundo... Porém, isso não impede de travar batalhas imensas antes de decidir o rumo de fazer o caminho interno a ti mesmo....Procure terapia da mesma forma!!!

Seja nada mais nada menos que apenas "tudo" que não for externo a você!!....Só assim se é tranparentemente autêntico para com a sua ética na vida, para a vida e com a vida que lhe pertence, beneficiando inclusive a vida alheia, pois você não será dissimulado, não será falso, não será perverso ..(enfim, não será nada de ruim, não terá sentimentos inferiores que possam adquirir "forma momentânea" para se defender do que lhe faz mal...ou para "com aqueles" que lhe causaram algo ruim vindo do externo...

SÊ FELIZ COM O QUÊ E COM AQUILO QUE VOCÊ É!

L.L, Erika


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"pagar uma fatura"

Entendo o termo do título não apenas como reação de uma ação primária...

O "pagar uma fatura" é também expressão muito comum nos dias de hoje... é a expressão mais usada ´por conta de não saber lidar com as suas próprias furstrações...Na verdade, é o mesmo que: VOCÊ AINDA ME PAGA....

Explorando o "termo", precisamos antes analisar o quão estamos dispostos a ser DEVEDORES.

Claro, que estou colocando isso de forma figurativa, afinal, cartões e contas e até mesmo empréstimos devem ser liquidados pelo autor da contração dos mesmos.

Porém, voltando... vejamos se é confortável estar na posição figurativa de devedor...

Pessoas que não gostam de devedores, não podem se INTITULAR então de cobradores e vice-versa, porque os sentimentos; além de cíclicos são notoriamente complexos....

...ou seja: "-ora essa! estão a me cobrar!..ok, eu pago....mas ahhhh, vai chegar a minha vez!!"....

Resumindo: não faça isso. Não se permita estar em posições conturbadas no dia a dia, não seja cobrador ou devedor de nada, seja apenas o que é sem expectativas de outrém, respeite o próximo assim como deseja que o façam contigo...e por aí vai....

São "coisinhas muito banais, batidas, corriqueiras e pequenas", porém, de suma importância que não é aplicado por ser *pequeno ato humano*.

Não se venda
Não se alugue
Não se empreste
Não seja o que o "outro" quer que seja
Não procure devedores
Não procure cobradores
Não permute-se em troca de nada externo a você

.. seja somente dono de si mesmo! (que já está de bom tamanho tanto em cobranças quanto em dívidas!)



L.L, Erika

terça-feira, 4 de maio de 2010

*Para refletir*

Eu imagino Deus como a fonte de toda energia que criou e mantem o equilíbrio do Universo.
Vejo Deus na flor e na abelha que suga o néctar para produzir o mel.
Vejo Deus no pássaro que devora a abelha,
E no homem que devora o pássaro,
E no verme que devora o homem.
Eu vejo Deus em cada estrela no céu das minhas noites.
Nas pousadas e nos olhos tristes de cada boi ruminando na invernada.
Só não consigo ver Deus no homem que devora o homem,
E por isso acho que tenho muito que aprender nesses caminhos da vida...

(Palavras de um peão de boiadeiro, conhecido como filho do diabo, que se casou com uma santa numa roda de viola numa dessas pousadas da vida).
*Aquele que devora o seu semelhante se entrega além de tudo está comendo a si mesmo*
Erika Lupianhes Lastrucci

sábado, 24 de abril de 2010

**Informações úteis**


DEPENDÊNCIA INTRÍNSECA:
Segundo THORNDIKE, na teoria da aprendizagem, introduziu este termo para se referir a uma dependência entre dois elementos, quando fazem parte de um mesmo conjunto, que mantém uma unidade.
QUIMIOCHOQUE:
Terapêutica de choque, *análoga* (*semelhança entre coisas diferentes*) à do eletrochoque, mas com a utilização de certas drogas. Sinônimo teórico: terapia de choque por produtos químicos.
QUIMIORRECEPTORES:
Denominação dada aos receptores excitados por estimulações químicas, particularmente os do glomus carotídeo (O glomo carótico ou corpo carótico é um quimiorreceptor ovoide que se situa do lado medial da bifurcação da artéria carótida comum relacionado ao seio carótico. É sensível a baixas de oxigênio no sangue e reage ativando reflexos que aumentam a frequência cardíaca, pressão sanguínea, intensidade e frequência da respiração. É inervado pelos nervos glossofaríngeo e vago), vide http://pt.wikipedia.org/wiki/Glomo_car%C3%B3tico para obtenção de maiores informações.
Tais estimulações provocam reflexos vasculares e respiratórios por influência de modificações químicas no sangue, entre as quais algumas atribuídas a substâncias anômalas.
REFORÇO:
São estímulos, vide mais informações no link abaixo:

sexta-feira, 5 de março de 2010

**prá onde eu vou?**

Entre tantos afetos e desafetos o ser encontra-se meio perdido..
Em qual corda segurar? onde estender a mão para o salvamento sem que depois tenha a mão amputada?
Estas questões são a mais singela forma de concretizar a falta de coragem e vontade a dar-se a oportunidade a não estender a mão a nada que não seja você mesmo..
Entre o descompasso de vida e morte, amor e desamor, ódio e não ódio, carência e excessos, ninguém é responsável nem por estes e nem pela "salvação" destes que não seja você mesmo.
Há quem tenha a capacidade de suprir momentaneamente a falta de algo, mas nunca se esqueça é momentâneo.. a falta está intrínseca, nada externo tem o poder de preencher verdadeiramente aquilo que lhe falta.
Há também quem acredite que transferindo e modificando seus espaços; seja: moradia, empregos, países irá sentir-se melhor.. não iludam-se! O descompasso os acompanhará. Enquanto acreditar que o externo é responsável por suas ausências, não estará pronto para vivenciar a plenitude. Mesmo que sejam dores e mágoas, perdas e frustrações, desilusões e ínfima estima.
Eleve seu pensamento a ti mesmo e averigue o quão é responsável por ti mesmo nas ausências e faltas, perceba que já usando do afeto a seu favor em amor próprio, auto estima, bondade, solidariedade e coragem à modificações internas estará sujeito a tornar-se um "sujeito" mais completo! O meio não faz o homem, o homem se deixa fazer por necessidades, comodidades, aparências ou coisas impostas pela sociedade a qual está inserido.
Faça a diferença e vá prá onde ninguém te alcança...vá prá dentro de você e complete-se!

Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 2 de março de 2010

...Pérolas?

..Para quê falar ou escrever sobre pérolas?
Pérola (também designada por margarita) é um material orgânico duro e esférico produzido por alguns moluscos, as ostras, em reação a corpos estranhos que invadem o seu organismo, como um grão de areia. É valorizada como gema e trabalhada em joalharia.
E que vantagem Maria leva ao tentar comover alguém com a história floreada sobre elas?...
Creio que comparando cruelmente com o diamante perde espaço, até mesmo "floreado"...
O diamante é o mais resistente material de ocorrência natural que se conhece, com uma dureza de 10 (valor máximo da escala de Mohs). Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância que possua uma dureza inferior a 10.
Trazendo isso ao campo de Ego, posso dizer que: mil vezes ser um diamante a uma pérola..nenhuma "poeira", nem que seja cósmica, tem o direito ao "poder" de fazer o SER se transformar em corpo estranho dentro de camadas e mais camadas duramente fechadas.. Antes duro, inabalável e bruto, formado por própria natureza, sem nada externo intrinsicado em sua totalidade do que formado por coisas externas a si mesmo..

Viva o DIAMANTE!!!

Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

**sistema projetivo**

Termo técnico usado por KARDINER, LINTON para designar um conjunto estruturado de atitudes e valores, comum aos membros de uma sociedade que possui um tipo de personalidade básica, projetado na estrutura dessa sociedade, e especialmente nas crenças religiosas, folclóricas etc.

Tendo então a justificativa de nosso comportamento na atual sociedade frente a monogamia, fé, caráter, inclusive comportamentos menos favorecidos como agressão, violência, entre outros.

Erika Lupianhes Lastrucci

**Projeção**

Em Psicanálise, termo que designa mecanismo de defesa pelo qual o indivíduo percebe o mundo exterior e, em particular, em outra pessoa, as características que lhe são próprias.

Trocando em miúdos: aponte o indicador a alguém e depois olhe sua mão... terá mais três dedos apontando para si mesmo..

Erika Lupianhes Lastrucci

** Deslocamento**

Termo usado para classificar mecanismo pelo qual motivação, uma emoção, se desloca de seu objeto primitivo para outro, substituto.
Fazemos isso com emoções não esclarecidas e clarificadas, pegamos estas emoções não objetivadas na consciência e deslocamos para outro alvo, enquanto não resolver-se o núcleo da emoção, não haverá dissipação do deslocamento.

Erika Lupianhes Lastrucci

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

AOS QUE NÃO NOS ENXERGAM

Oi, eu estou bem aqui na sua frente, mas você insiste em não me ver. Tudo bem, opção sua, cada um enxerga o que quer. O problema é quando você, sem ter idéia de como sou, resolve dar a sua visão sobre mim. Talvez você não se enxergue também, antes de mais nada – e assim me tire por parecida contigo. Errando completamente. Para começar, eu faço questão de ver as pessoas ao meu redor, e isso faz toda a diferença do mundo. Percebo que todos têm algo de especial, estando aí a graça. Percebo belezas que não são minhas, estando aí o prazer.Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outrolado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz...”* Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz...”*Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você.
Fernanda Young


((Provavelmente desenvolverei alguma coisa a partir deste texto, aguardem))

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

**Defesas**

Em Psicanálise nada mais é do que um mecanismo inconsciente pelo qual o EGO se dissocia de impulsos ou afetos sentidos como perigosos para a integridade do organismo.
traduzindo: o EU deixa de sentir ou tentar por uma questão mal elaborada. (L,L,Erika.)
Pois então, alguns comportamentos humanos são facilmente identificados como defesa, pois por puro medo ou até mesmo culpa o ser precisa proteger-se de si mesmo em relação afetividade.
Existem caminhos trilhados das mais variadas formas no campo da defesa, verbal, comportamental, corporal, entre outros.
O que mais chama atenção é o POR QUÊ defender-se de algo que não sabe o resultado final? O final não necessariamente é frustrante ou impiedoso. É preciso coragem para enfrentar o medo da frustração e não defender-se de si mesmo, só assim é possível tirar-se algum aprendizado da trajetória percorrida. Quem defende-se muito não colhe frutos, não consegue "desempacar" do estado do "bote da aranha" contra si e contra todos ao redor..
Fazer valer a pena é desfrutar da garantia que mesmo as frustrações são válidas em conhecimento de si mesmo.
Tente ao menos pensar nas possibilidades positivas ao invés de pensar nas negativas o tempo todo, faça uma balança mental e coloque prós e contras, e na dúvida ou no desenfreado párar frente si mesmo com defesas constântes e inadequadas: tente !
Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

**sobre o amor**

Há muito venho tentando explicar à vocês, leitores, seguidores, pacientes e impacientes o quão é importante ser honesto consigo sobre seus sentimentos..
Uma centelha de amor irradia toda a estrada em Luz, cria-se internamente uma esperança de melhora de si mesma (o), faz-se uma superação abstrata e absurda, inclusive para quem "te viu e quem te vê"...
Paira no ar uma certa ansiedade, porém controlada na emoção propriamente dita.. É a ansiedade do viver a vida, esta é a ansiedade benéfica.
Uma outra centelha de paixão seduz seus pensamentos em criatividade e devaneios sadios.. Tudo moderado faz bem à mente.. é daí que surge então, um passo à mais dado de ti em direção a ti mesmo.. Faz-se a Luz onde antes, nem breu havia..
Permita-se ser foco disso a outrém..reverencie quem lhe dá fragmentos de si mesmo.. Permita-se doar indistintamente um tantinho disso tudo a outrém e vejam que o resultado é o mesmo: a paz em dar e receber tranquilamente o que é mandamento fundamental para vivenciar as experiências da vida: amar e ser amado.. a forma e o modo independem da condição de doar-se e aceitar o outro como qual o mesmo é.
Não se trata de uma fábula estrategista, e sim de uma experiência única.
Nada se faz obrigado ou violentando-se por piedade alheia.. tudo se faz por vontade própria.. Reveja sua tranquilidade em sentir as emoções e sentimentos..
Loucuras e ódios, raivas e mágoas, dores e impulsos são desnecessárias para quem tem o amor próprio maior..o amor maior é o amor por si mesmo, vivendo sem culpas ou sentimentos e emoções ruins..
Que jamais percam este caminho..


Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

**Sobre a dor de amor**

A dor emocional se torna esmagadora quando não nos damos a chance de vivenciar o novo inacabado...
Remoer a frustração passada não alivia o presente, sequer supre as necessidades momentâneas, é possível experenciar emoções infalivelmente felizes sem ter que abandonar as estruturas pré-concebidas ao longo da vida, basta saber onde e em quem deixar fluir essa emoção.. e claro, estar ciente que tudo é para o bem, não há mal que se instale dentro das relações caso se tenha compreensão de si e do outro.
Num relacionamento é possível e viável concluir todo o percurso, as coisas tendem a caminhar para o lado sentimental porém sem obrigações, devoções, culpas ou arrependimentos, apenas fluindo com a compreensão de que uma dor se torna insignificante perto de uma nova e grande emoção.
Receber é tão bom quanto dar, porém Dar a chance a si mesmo é diagnosticar a cura a si mesmo.
Não perca as oportunidades que a vida lhe dá, só assim a dor antiga torna-se apenas uma lembrança...

Erika Lupianhes Lastrucci