terça-feira, 22 de setembro de 2009

* ameaças virtuais *

...Sabe os e-mails milagrosos e os e-mails punitivos que recebe? Pois então, falemos deles... Dentro da "minha verdade" quero expôr meu pensamento sobre isso, meu desejo maior é de querer alertar "humildemente" por quem passar por aqui.
Sabe, dependendo do estado emocional individual, algumas linhas escritas podem fazer um verdadeiro desastre de suas vidas...fica algo caoticamente dependente de coisas externas, pior ainda quando se trata de externo virtual...Têm coisas medíocres e hipócritas que se recebe e se lê ... acaba sendo repassado por legítima defesa, por medo, insegurança, fé acorrentada num milagre de ordem externa, ausência de fé ou desespero...
Talvez eu goste de "pessoas" o suficiente para tentar abrir seus olhos...posso até estar errada, mas com certeza estou certa dentro do contexto ameaçador que até mesmo eu, leio todos os dias!..
Entendam: CREIO que o quê é lido fica armazenado no inconsciente e se não estamos saudáveis emocionalmente/psicologicamente pode acabar travando a mente de sua sabedoria universal. Atropela-se e sabota-se à espera de um milagre ou de uma punição...
Me revolto, sim; e não unicamente por mim, é por quem não tem o equilíbrio momentâneo e se deixa levar, às vezes algumas pessoas até materializam e psicossomatizam uma doença ou um acidente (dependendo da energia que canalizaram ao texto que leram e internalizaram)..
Há alguns que recebo que deslavadamente é a mais pura desavergonhada e explícita manipulação do livre arbítrio do outro.... Não permitam mais a TENTATIVA de projetar algo sequer em sua caixa de entrada, consequentemente: na sua vida !! .. Na verdade gostaria que todos tivessem a compreensão nesse mesmo nível....rs...(pretenção a minha???).
Não entendam mal, mas vejo estas linhas por mim digitadas como uma tentativa de ordem verdadeira...***NÃO SEJAM MANIPULÁVEIS***.. (sequer virtualmente)...
Afirmo: o milagre verdadeiro independe de formas externas, o milagre está dentro da gente...a sorte e a fé são únicas e intransferíveis, não a tratem de forma grotesca ou banal!..
Erika Lupianhes Lastrucci

***limite***

Como referir-se à limites? Ponderadamente ou despudoradamente?
(((Limite e saciedade têm correlação!!! - L.L,E.)))
Levando em conta a falta de limites interno de um sujeito, é justo afirmar que não é possível o mesmo enxergar quando está satisfeito ou não referente ao que deposita em outrém, pois o que é depositado não passa de unicamente a "FALTA".
Explicando meu ponto de vista: Um indivíduo designa sua insatisfação pessoal em outro sujeito como tentativa de resolução rápida e eficaz contra sua falta de capacidade de pontuar suas questões (das mais complexas às mais corriqueiras). Isso ocorre quando primeiramente o sujeito não impõe seu limite próprio. Estou falando aqui, de pessoas que possuem consciência sadia, com problemas emergentes, sim; mas que não possuem doenças patológicas da área mental.
Transpondo o pensamento para clínica psicoterápica: há pessoas que buscam uma ajuda desmedida, acreditam que o profissional em sua frente além de "mágico, malabarista, curandeiro, entre tantos outros codinomes"; tem por OBRIGAÇÃO "resolver" suas questões e não compreendem que, na realidade, somente com o respeito pelo limite de si mesmo isso é possível. O respeito aos seus limites é fundamental para que haja o "insight". Mas nem sempre é assim pois geralmente a carência de si mesmo gera mais insatisfação e menos saciedade de respostas ...
Indivíduos com essa falta usam dos mais "diversos meios" de se colocar frente o limite do outro, testando e afrontando descaradamente não só o seu, como o do outro. Os meios mais utilizados são: prepotência, vitimização, imposição velada e manipulação (...). Levando em conta sua dificuldade, não é levado ao campo pessoal, só é desagradável quando usam desses meios para "coagir". O indivíduo que apresenta esta característica passa desavergonhadamente por cima dos limites do outro para obter uma "falsa" satisfação de ego e uma impressão de que conseguiu transpor então, o seu limite e o do outro...
Voltando ao cotidiano: Um sujeito sem limites nunca está saciado... organicamente falando, o hipotálamo é a área cerebral responsável pela saciedade, sabemos o que acontece quem apresenta essa disfunção no hipotálamo...
Podemos então correlacionar esta informação aos comportamentos psicológicos?
Sim, podemos!... a saciedade emocional depende de "freio" interno e não de limites externos...
Antes de exigir é preciso ter limites, saber colocar-se em seu lugar sem invadir a satisfação ou insatisfação alheia... Sem extrapolar a linha que divide você do outro, sem idealizar que suas questões são melhores e mais importantes do que as do outro, ...
Por isso tudo postado tenho uma recomendação: não é preciso colocar os outros em seus devidos lugares a prioridade é colocar-se.. ( o outro entende quando nos colocamos sem que precisemos verbalizar ou pontuar)...Também economizamos energia mental, canalizamos o limite em nossas próprias ações e comportamentos, estando em seu espaço único e intransferível é muito difícil haver desapontamentos, frustrações e irritabilidade.
Assim entendo o que é limite!
Erika Lupianhes Lastrucci

*Manipulação*

A expressão manipulação é ambígua... e falar disso é mais que complexo...
Dentro de todo contexto, todos nós conhecemos indivíduos manipuladores, seus motivos são os mais diversos possíveis, mas atentemos ao texto, quem sabe possamos "escapar" ilesos de gente que usa da manipulação para seu conforto pessoal e irresponsável.
Morfologicamente falando; o termo manipulação e seus derivados provêm em todas as línguas ocidentais (alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português). Vêm do latim manipulus, manipulare, manipulatio, manipulator. Manus (mão) e Pleo (encher).
Seu significado original está relacionado com a idéia daquilo que se leva na mão ou do que pode ser contido na mão.
Metaforicamente: um tratamento e manejo dos materiais manipulados e de suas possibilidades para obter um resultado concreto partindo de uma alteração da natureza ou modo de ser desses elementos, aproveitando suas propriedades, suas qualidades, as energias, as leis intrínsecas de cada um.
O manipulador obtém resultados diferentes daqueles que são próprios dos ingredientes naturais, mas sem os alterar previamente..
Psicologicamente: Esta palavra denota: segredo e ganância, prestígio e atenção.
A manipulação é geralmente classificada com:
- violação explícita da liberdade do homem;
- violências físicas ou morais colocadas sobre outras pessoas;
- forma de desumanização.

O conceito de manipulação se qualifica em ausência ou supressão de toda dimensão crítica por parte do manipulado e a falta de critério e princípios por parte do manipulador.
Manipulação não significa uma simples influência, sugestionabilidade ou treino de poder ilícito, mas é uma forma inconsciente de exercer influência e poder, secretamente em sua ganância implícita e velada. Os estímulos da manipulação são percebidos de forma inconsciente. Criam assim uma falsa consciência, e, a partir dela, o sujeito manipulador acredita que tomou uma decisão racional e que, na maioria das vezes saiu "ganhando" frente ao ser que manipulou ou que "acredita" ter manipulado... Aproveitando-se da forma irresponsável de uma disposição fundamental do homem, de sua natureza , deixando estática sua capacidade de objetivação e de distanciamento, até de sua liberdade. A manipulação deve ser considerada como a mais algoz de todas as outras formas de violência ou de opressão.
A manipulação é um método usado frequentemente por pessoas que possuem dificuldade de raciocínio rápido, atacam sempre antes com esta estratégia para defender-se daquilo que não podem competir honestamente. Usam este meio para proteger-se de si mesmos.
O difícil é assumir o papel que está sendo manipulador (a), pois não têm intrínseco a ética adequada. Não compreende saber se isso é errado ou certo, a maioria dos manipuladores levam vantagens, usam da lei de Gerson para ocupar-se no espaço e tempo que nem são deles, fazem de modo que sequer se ruborizam quando são pegos em flagrante... por isso tão difícil um manipulador assumir que o é, pois mesmo perdendo terreno, acreditam estar ganhando algo...
..Mas que algo se ganha quando se é desmascarado?.. (a desumanização é tamanha que sequer sabem que perderam alguma coisa, não possuem crítica sobre si mesmos).. e acreditam que mesmo desmascarados podem reformular a estratégia ...
Que saiamos deste círculo ... Não é bom ter um ser manipulador por perto...
Cuidem-se pois além de serem vítimas podem acostumar-se com tal dinâmica, e garanto: isso não é bom para si mesmos*

Erika Lupianhes Lastrucci

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

**Ambivalência**

Definição:
1. Tendência a sentir um fenômeno psicológico, ao mesmo tempo, sob dois aspectos contrários: afirmar e a negar sucessivamente o mesmo fato; a exprimir ao mesmo tempo dois sentimentos opostos. Observa-se, sobretudo nos estados esquizofrênicos, na hebefrenia ou demência precoce.
2. Manifestação da existência simultânea, em relação a um mesmo objeto, de duas tendências ou atitudes, ou sentimentos opostos (Freud, S.).
3. Atributos de caráter contraditório, mais ou menos igualmente desenvolvidos.
Falemos da esquizofrenia: Afecção mental caracterizada por um relaxamento das formas habituais de associação de idéias, uma diminuição da afetividade, fechamento sobre si mesmo, com perda de "contato vital da e com a realidade".
A hebefrenia e a demência precoce possuem praticamente a mesma definição. É uma doença frequente que tem seu princípio na adolescência. Caracteriza-se pela inércia, quebra de afetividade, fechamento em si mesmo, sentimento de estranheza, perturbação da corrente do pensamento, discordâncias, dissociação intelectual com bizarrices do comportamento e numerosos sintomas de catatonia. Parece estar ligada com uma degeneração do sistema nervoso, ou a um comprometimento tóxico-infeccioso do cérebro.
Com estas informações fidedignas, podemos então nos questionar se não estamos sendo incoerentes com nossas palavras e atos frente nós mesmos. A ambivalência tem a tendência a interferir na reação de sentimentos e ações referente sujeito-mundo.
Tomemos consciência de que somos capazes de não ser ambivalentes frente nossos conteúdos para não identificar um problema de ordem esquizofrência ou hebefrênica.
É possível, com a psicoterapia atual, identificar o problema e clarificá-lo para ao menos ser consciente frente a doença.
Ter esquizofrenia não significa que não compreende o que tem. Ser hebefrênico não significa que limita-se ao rótulo.
É preciso identificar verdadeiramente o pensamento e a ação antes de rotular-se ou mesmo internalizar a doença... digo isso, pois há quem justifique quem é desta forma; por achar mais cômodo, e há quem justifique quem é por não ter nenhum desses rótulos...
Sejamos justos com nossa psique, identificar nossos comportamentos faz parte da saúde mental.
Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

On ou Off?


Estar on ou off para o mundo depende apenas da sua vontade...


Adquirir a vontade de presença ativa no mundo é imprescindível, compensa as recompensas, faz da atitude e da ação uma forma de interagir efetivamente.


Existem pessoas que se isentam dos fatos, com medo de não saber fazer e outras por medo de sobressair e ser visto em seu ponto de vista.


Independente do medo que alguns indivíduos apresentam é preciso se colocar frente sua própria vida, em tomada de decisões, em colocação de praticidade e antes de mais nada em individuação do ser pensante que somos...


Deixar o botão sempre no off apaga um possível brilho nas conquistas, minimiza a chance de estar fazendo algo de importante por si mesmo (a).


Repense na forma de se colocar....(on ou off).... perceba que na verdade as ações e virtudes precisam ser expostas para alcançar a individualidade de méritos para si mesmo (a).


Valorize o botão que liga e pluga você ao mundo!


Erika Lupianhes Lastrucci

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

** Aqui e Agora**


...Dignifique o que sente tua alma com relação a si mesmo...


Saboreie seus sentidos ( que seja uma brisa ou mesmo um tsunami emocional ).


Faça valer a pena cada instânte vivido e nestes empurre-se sempre para o alto, leve e livre apreciando a sensação.


Liberte seu pensamento de perturbações, dê descanso a si mesmo! Quem humanamente consegue ""viver"" apenas de coisas ruins?... Os que fazem isso consigo sobrevivem a si e não convivem em si...


Descubra-se de falsos princípios que a vida tem que ter dor para que aprenda algo... Isso é lenda!... de coisas ruins aprende-se sim, e não necessariamente na dor, na culpa, no medo... aprende-se com a compreensão do ato.


Sábio é quem acredita que Aprendizado é corriqueiro, de tudo ao menos "um" exemplo se tira e uma resposta correta surge.


Aqui e Agora olhe-se e enxergue-se verdadeiramente, veja quantas coisas boas você já fez e já recebeu..


Aqui e Agora o instânte é de reflexão real... Para que lutar contra si mesmo? Por que não é merecedor de equacionar algumas questões?... Talvez porque prenda-se tanto à moldes antigos que não perceba o quanto está preso ao passado ou se preocupando com o futuro...


O aqui e agora é mais prático, mais vivencial, menos dolorido e muito menos ansioso. Basta querer estar no aqui e agora, lembrando-se sim do passado mas em contrapartida deixando a sensação de lá, lá mesmo... Leite derramado não alimenta a criança que "aqui e agora" pede por ser olhada.


Enfrente-se como uma criança, não como um adversário... a criança dentro de ti é humilde ao ponto de perdoar erros, não responsabilizar ninguém e nem a si mesmo por não saber pular amarelinha... o máximo que a criança faz é tentar aprender ou ensinar, jamais se volta contra alguém, jamais enxerga a maldade, acredita em todo seu potencial de aprendizado...supera-se a todo instânte em busca de felicidade....


Aqui e agora ... Busque sua criança... Deixe-a sair de onde a prendeu... Deixe-a pular amarelinha, pois o objetivo da amarelinha é ir para o Céu e não viver no Inferno*



Erika Lupianhes Lastrucci

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

** um poema **




Não importa se é poema, poesia, verso ou prosa,






Se ele retrata alegria, amor, distância ou rima lamoriosa..






Um poema precisa de inspiração para ser confeccionado,



Precisa de precisão para ser idealizado,



Há de ter rima e métrica para ser cantado,



Enfoque nas batidas da esperança em ritmo acelerado...






Sacrifica-se a racionalidade,



Impõe-se a tonalidade,



Busca a precisa forma do sentimento em sanidade....






Transforma a cor da identidade,



Desnuda o caráter interno da personalidade,



Ramifica raízes grossas em santidade e



Justapõe-se ao sentido a sua vontade...






Claramente, clara mente, mente clara onde que tu mente?






Inspiração ludificada, quase tudo ou quase nada



O amor vivenciado, sempre bom e nunca errado






No poema há pecado, há mentiras e destilado



Mente clara, claramente; a verdade mora ao lado.






Erika Lupianhes Lastrucci

Medos...


Conviver com os medos é quase a mesma coisa que adaptar-se a ficar estagnado, parado, inerte, catatônico...

O bom mesmo é encarar seus medos de frente, olho no olho, peito aberto, procurando evidencializar o núcleo desta travada de passos.

Medo paralisa...

A definição técnica para medo é emoção... emoção por sua vez, é uma reação afetiva de grande intensidade, dependendo de centros diencefálicos (segundo Penfield; designa transformações nervosas que asseguram a integração de funções dos dois hemisférios cerebrais, constituiria, segundo este autor, a sede da consciência pessoal) e comportando, normalmente, manifestações de ordem vegetativa.

Ou seja; o medo paralisa mesmo...

É preciso vencer a barreira do "deixa para lá porque tenho medo de fuçar isso"...

Quem não procura os reais motivos de seus medos fica à mercê dos mesmos e não prioriza-se em questão de seus sonhos e consequentemente em seus objetivos.

Só se tem objetivos (e metas) se é possível ter o sonho de alcançá-los.

Conviver, viver, adaptar-se ou ser permissivo com o medo atuante em sua vida emperra o ciclo real que as coisas teriam que seguir.

O mais justo consigo é buscar o "motivo" do medo e desmascará-lo.

Tente colocar em primeiro lugar seus desejos, suas metas, seus sonhos, suas esperanças em primeiro lugar e verá como as coisas mudam ... e para muito melhor!

Não seja vítima de si mesmo, desmarcare o medo que você permitiu que se instalasse..


Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

**alimentar o que for bom**


Sempre nos defrontamos com fatos desagradáveis, é um meio também de se perceber vivo e exposto ao mundo.

Muita gente usa de indiferença plena, outras tantas usam da técnica de Scarlett O'hara (fazem um dramalhão), tem também as que se enfurecem, enfim, cada qual possui um meio de se "defender" destes fatos não harmoniosos que a vida por vezes apresenta.


Existe, porém, a conscientização de estar vivo e susceptível a estes fatos e juntamente com esta idéia; um foco de centralização do eu.


Existe um provérbio que diz:


"Dentro de mim moram dois cães, um raivoso, bravo, enfurecido, maldoso e o outro bom, sempre estão em luta... quem vence a luta é aquele cão que alimento com mais frequência"


É praticamente a mesma coisa que afirmo com tanta frequência à quem me procura para falar de si:


" Cada fato tem a importância e peso que você dá a ela" (L.L,Erika)


É muito interessante saber que não precisamos ignorar, maldizer, dramatizar, somatizar ou seja lá o que for frente os ocorridos, podemos lidar com o fato de forma simples, não fria, mas de modo que não descentralize sua energia para outro foco que não seja o seu.


O comportamento do fato externo não tem o poder de contaminar você ao menos que o permita.


O fato não tem como atrapalhar a sua vida e seu percurso ao menos que você seja conivente com ele.


Alimente-se do que é bom, alimente o cão bom dentro de ti, a luta quem vence é você consigo, mesmo com tudo em volta querendo fazer você acreditar que está tudo perdido.


Não desista de você!


Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A União...


Façamos uma análise crítica do casamento.. Isto não quer dizer que sou contra o mesmo, pelo contrário; sou imparcial nas decisões alheias.

O texto por mim escrito, acredito que servirá para muita gente, pessoas de todos os estados civis vigentes e opções sexuais, creio que fará repensar seus comportamentos frente a união.

...Saboreiem...


Já é difícil aceitar um amigo com diferenças expressivas, imagine-se acordar todos os dias com a diferença ao seu lado...

Anos de cumplicidade de sentimentos faz chegar à completa complexidade da falta dele...

Nem tudo termina em pizza, mas sempre se salva a azeitona... a borda recheada e o recheio vão ficando cada vez menor quando se trata de união por aparências... diria mais que seria união por pura incompetência!

O local predileto de casais estafados é a cama, é onde se unem por meio do ato sexual (salvando a azeitona!), eleva-se os pontos altos do relacionamento mas o recheio e a grande borda recheada...permanece vazia...

A cama afasta a diferença que fora dela é gritante e assustadora, investe-se em corpos com voracidade e devoção esquecendo-se então do que há dentro do corpo fazendo travessuras ou até mesmo estirado na cama... Tapa-se tudo com a bandeira de seu time de coração estampado na cara de seu (a) parceiro(a).

Há local melhor do que a cama para extrapolar toda tensão adquirida pelas pressões e cobranças diárias? Há onde melhor não enxergar a diferença? É onde se compromete a união por força da afinidade sexual...? São perguntas ou afirmações? (rs)

Fora da cama, tolera-se os maremotos tempestivos da genialidade de cada um? E os costumes e manias? Fora da cama existe os acordos não nupciais? Há diálogo e compreensão?

((Espero de todo o meu coração que sim.))

Dentro desta união pode-se dançar a mesma música sem sentir culpa de ter pisado no pé do outro? O outro compreende que você errou o passo e não lhe culpa por ter estragado seu sapato novo?

Você consegue viver em harmonia consigo e com as diferenças habituais da união de seu parceiro ?

Reflita e respeite-se para saber como respeitar o próximo*


Erika Lupianhes Lastrucci

O Cotidiano...



Se as coisas se apresentassem de modo mais prático tudo ficaria mais rápido e melhor....

Porém, o desenrolar do dia não é bem assim, é mais complexo, mais árduo e com necessidade de vencer batalhas lentas e por vezes, dolorosas.

Temos vontade às vezes de soltar um sonoro: - GRRRRRRRRRR!! por nos deparar com esta realidade. É uma prosopopéia de indignação, raiva, defesas, medos,superlotação de emoções ou até mesmo de descaso, depende do leão que estamos tentando domar...

Apreciem sem parcimônia este momento, soltar o que está entalado alivia o peso do chicote em si mesmo, pois o domador antes mesmo de adestrar o leão necessita ser doutrinado, regrado, cauteloso e ter muito controle emocional...


Mãos à obra! Solte o rugido do leão...seja fera e domador de si mesmo*



Erika Lupianhes Lastrucci