domingo, 30 de janeiro de 2011

Humildade

Algumas pessoas tem a tendência de humilhar a outras por não serem capaz de decodificar a palavra humildade.

Humildade vai além de definições e idiomas, transpassa cores e diferenças psico-sociais-econômicas.

O sentido da humildade não tem mero significado, não é cabível apenas em definições e regras gramaticais.

É algo mais profundo e lisongeiro para quem a tem e a exerce.

A humildade não gera orgulho por tê-la ou sentí-la; apenas É e ponto.

Não causa: pena, dó, não confere títulos, méritos, recompensas e merecimento; apenas conclui-se.

De dentro para fora é o caminho mais difícil de enxergar a humildade e de fora para dentro torna-se mais que vaidade para satisfação de aprovação de ego de si mesmo.

Nada adianta a teoria se não se tem esta prática.

Concluo, de modo simples e com uma pergunta:

"- E para você; o que é humildade?"

Erika Lupia Lastrucci

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

*Atenção*

Antes de ferir um coração... Verifique se você não está dentro.

Ser maquiavélico tem um certo ar de "inteligência", mas nunca se brinca com a afetividade alheia. 

Bem sabemos que o mundo gira, tudo é cíclico e quase nada fica sem retorno...

Sê responsável ao ferir o amor de alguém.

 Pode não haver volta neste caminho...


Erika Lupia Lastrucci

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

** Erros **

Meio batido a história do: -"me desculpe, eu errei!"..
Porque digo "meio batido" ?.. Porque a maioria das pessoas não sabem o valor e o significado real das DESCULPAS.
Desculpa é quando realmente entramos em contato com a consciência e entendemos e compreendemos que não estávamos na total ou na parcialidade "certos", e não apenas falar por falar sem a intenção de raciocinar sobre o fato ocorrido.
Errar é parte de aprendizado, é parte de vivência, nada de mal está em errar.
O mal está no não entendimento de seu próprio erro e responsabilizar alguém pelo "SEU" ato errôneo ou equivocado.
Não aceitem jamais serem apontados como "causadores" de algo que não tenham feito, e prá isso nem é preciso brigar... basta ter a certeza que o erro do outro é do outro e o seu é único e intransferível.
Costumo brincar dizendo uma frase irônica: se a culpa é minha eu a coloco onde eu quiser... (mas isso, vejam; trata-se de uma ironia para com as pessoas que realmente fazem isso)... É de bom tom avaliar seu erro, entrar em contato com sua verdade e entender que seu ato dependeu só de você, o outro nada interfere na sua conduta. Não é legal usar da justificativa que o outro fez "isso aqui", portanto, eu fiz "aquilo outro"... isso é erro covarde!!...É errar e não assumir que fez porque quis, que seu comportamento na hora foi aquele. Tem gente que pode dizer: mas e a ação e a reação?.. É cabível sim,  mas veja bem; só nós podemos nos responsabilizar pelo que reagimos. Se estamos em transferência ou contra-transferência compete só a nós ver o que vamos dar como retorno do recebido.
Resumindo: Se errou, entenda e compreenda que foi unica e exclusivamente por você. Não culpe outras pessoas e não transfira o que é seu para outrém. Se foi vítima de acusação de culpabilidade pelo erro alheio:   negue (este negar é só seu, não aceite isso e não internalize, não precisa brigar por isso, como já disse..), e não se apoquente, pois bem sabemos que: o travesseiro é o melhor amigo de quem gosta de dormir em paz.


Erika Lupianhes Lastrucci

sábado, 22 de janeiro de 2011

...penso, logo existo!...

Cabeças pensantes (filosóficas , cheias de teorias e afins) costumam ser extremamente notívagas. Funcionam melhor no horário que todos dormem ou somem para expôr o real motivo de tanto devaneio em suas mentes brilhantes... (hehehe**)
Portanto....o texto de agora não é sobre os notívagos cheios de idéias herméticas ou freudianas...sequer cogitam  Platão ou Heráclito....
Surge dentre todos estes pensamentos, outras vontades e desejos que devem ser apreciadas e respeitadas...como a minha, agora...escrever pela finalidade de apenas escrever... materializar o todo contido no  meu ser.
... mais que desabafo... é como aprecio a real criatividade... por meio de abstratos pensamentos...decodificando-os, idealizando-os e os sentindo com voracidade..
Não tenho medo de sentir e nem de falar o que eu sinto...não tenho medo de expressar da forma que lido com as situações... Só tenho medo de imaginar que um dia isso se transforme em mim. Gosto de ser assim.
Tem gente que não suporta lidar com isso.. Não aceita o outro como ele se expõe.... Não sei se essa gente sabe lidar consigo mesmo... sabemos que: o que detestamos no outro é aquilo exatamente que somos na intimidade...ou na real vontade.
Me pego agora pensando nessas pessoas que não aceitam o outro como ele é....que de tão perverso pode acontecer se o perverso assumir sua perversidade?...rs*
Sabe, somos de tudo um pouco e de pouco um tudo.... temos todos os sentimentos e emoções...temos instintos, temos febre de saciedade latente....somos humanos e imperfeitos...e cada qual na sua essência, uns mais, outros menos, outros afins....idênticos NUNCA!
A diversidade é que faz a grande coisa fluir... com total afinação, pois seria blasé demais a igualdade simétrica dos seres. Que tédio me daria ... creio que todos seriam entediados, pois pólos idênticos tendem a se repelir...seríamos solitários... sozinhos não, porém, solitários...nada a acrescentar nem a discordar....credo!!! não, não.... admiro toda vez que discordo de alguém e toda vez que discordam de mim...Eis a capacidade de pontos de vista diferentes, cada um com sua verdade...
Me estendi demais apenas para dizer que : agradeçam quem são. Por menos que se sintam, são únicos em conteúdo. 
Tenham um lindo dia!

Erika Lupia Lastrucci

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

...Filho (s)...

O quanto conhecemos deles? Qual sua índole e sua capacidade e sua personalidade exterior e interior ?

Estas perguntas são extremamente cabíveis e normais à todos os pais e mães.

A resposta está nada mais, nada menos que no seu próprio espelho. Sua imagem refletida numa coisinha menor que você...rs**

Convive-se o suficiente com um filho para fazer o reconhecimento de si mesmo.. que dádiva !

Somos por natureza impulsionados a alimentar, cuidar, ensinar, brincar, conversar, dar broncas, colocar limites entre tantas outras coisas corriqueiras que sequer damos atenção necessária.. Mas são estas coisas corriqueiras e não corriqueiras que refletem no comportamento, nas atitudes, na personalidade do teu pequeno "eu" em formação.

Caso não goste daquilo que vê... Entre em contato consigo e averigue de qual forma está interagindo com sua criança interior e com aquela exterior... a qual você é responsável enquanto progenitor.

Creio que aprendemos muito mais que ensinamos. Basta abrir bem a emoção e a razão para compreensão e entendimento. 

Filho (s).... que dádiva !!!!

Erika Lupianhes Lastrucci

o "famoso" xixi na cama

Enurese é seu nome ... descontrole da micção.

Pois bem, falemos disso.

É considerado "comum" crianças terem a enurese diurna e noturna até os 02 anos de idade. A enurese noturna até os 05 anos de idade. 

No caso deste fato se prolongar na idade, exemplificando: em crianças acima de 05 anos de idade, pré-adolescentes, adolescentes e adultos, é momento de refletir sobre este desconforto.

Verificação antes de mais nada se há alguma disfunção no aparelho urinário; assim como: bexiga, rins, uretra, ureter, etc.. Não sendo diagnosticado nada em desarmonia orgânica é necessário então atentar-se aos fatores psicológicos da enurese.

Existem problemas psico-sociais que afetam este descontrole. Separação dos pais, brigas, agressões físicas ou mentais, medo, rejeição ou falta de atenção são apenas pequenos exemplos dos porquês tanta gente ainda, faz "xixi na cama".

Está sempre ligada à ordem familiar em primeiro momento, onde é preciso a conscientização dos adultos responsáveis a minimizarem o sentimento da criança, pré-adolescente e do adolescente. No caso de ser um adulto, a conscientização de procurar a psicoterapia para elaborar melhor tudo que lhe causou indesejável desconforto.

É aconselhável que os pais de menores com este problema procurem orientação e tratamento para si mesmos, lembrando que o problema não está no menor por desenvolver a enurese, e sim nos responsáveis por este menor, que apenas achou um meio de expôr um problema real de forma psicossomática, no caso de nada ser anatômico e patológico.

Não é um problema ter alguém na família com enurese noturna de ordem psicológica. É um alerta para que se  procure a melhor maneira de resolver não só os problemas de quem tem o problema, mas sim e também dos causadores do problema.

Nunca uma separação ou uma falta dos pais devem interferir no desenvolver de seus filhos. Sejam responsáveis com aquilo que desejaram perpetuar, ou com aquilo que lhe caiu no colo. Encarem como bênçãos as crianças que lhe chamam de pai ou mãe, pois; estes um dia; hão de lembrar de você com o amor verdadeiro. Aquele amor que não impõe trocas. O amor livre. Todos fomos e somos filhos. Isso é fato.

Sejamos capazes de não passar à ninguém problemas maiores do que a vida por si só já se encarrega.

E há quem conhece a minha história, agradeço os parabéns...rs... meu herdeiro controla suas necessidades por si só desde os 2 anos de idade!!!... ((inflando de satisfação por não ter errado ao menos em uma das coisas...afinal, todos nós somos falíveis, mas sejamos responsáveis))

Obrigada!


Erika Lupianhes Lastrucci

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

..apenas aprendizado...

Colhendo sinais do dia a dia percebo o quão podemos adequar a liberdade de pensamento com aquilo que nos envolve.
Lutar contra isso é bobagem, somos infelizmente estimulados por aquilo que nos envolve. O caminho inverso é aterrorizante, assustador, penoso e dolorido... é não deixar levar as emoções tomarem conta de você.
É possível isso? - pergunta essa, que todos se fazem. (inclusive eu, em certos momentos!)
Porém, usando a razão, vejamos:

"Não se trata de mascarar a situação, nem de pular a mesma... Trata-se de compreender que naquele dado momento foi assim... e nada pode mudar o que já aconteceu. Basta ter aquilo como lembrança com a finalidade de aprendizado para que o que não foi bom, não se repita."

"Efeito Borboleta" é só um filme... uma ficção dramacista que acaba por ressaltar o que desejamos realmente, mudar o ocorrido para não sofrer... mas perceba: que o autor, inteligente....em seu último filme, deixa as coisas como realmente eram... nada se mudou do passado não agradável... Mudando o mesmo, o caminho da gente se tornaria absurdamente infeliz em sua plenitude.

Pensemos positivo e que possamos todos agir de modo que tudo que for ruim seja aprendizado, não castigo ou carma....apenas aprendizado...

Erika Lupianhes Lastrucci

alguém ou ninguém?

Por mais que esteja claro o quê somos, fica a dúvida em algumas pessoas quem são..

Se são "alguém ou se são ninguém".

Ser alguém é relativamente fato e está contido dentro de ser ninguém. (e vice-versa)

Há pessoas que se intitulam alguém em nossas vidas e fazem por merecer o espaço.. há outras que entre tantos "ninguéns", tomam este espaço como alguém importante.. e ainda há os que querem ser alguém e nada passam de ninguém...

Tantas e inúmeras combinações se pode fazer ante esta metáfora...

Ser o quê se é requer prática, pode parecer injusto dizer isso, mas há precisão de ter prática em ser alguém ou ninguém. E isso porque não nos damos tempo e espaço para eleger o quê somos por si sós....únicos em nossa totalidade, o tudo e o nada, o alguém e o ninguém, tudo que contém está contido e assim por diante...

Que a cabeça abra prá novos pensamentos entre a metáfora aqui abordada, e que dela... possa emergir apenas o ser, sem antítese, metáforas, simetrias e discordâncias...

Somos mais que alguém ou ninguém... somos o TODO de nós mesmos, neste universo complexo e imenso chamado: psique.

Apenas: sejam.

Erika Lupianhes Lastrucci


Solidariedade - passe adiante.

Com tanta catástrofe acontecendo, creio que ainda existe a possibilidade da humanização integral...
Vendo à TV, percebi a emoção que algumas pessoas sentem em ajudar os desabrigados das fortes chuvas tempestivas que acometeram vários estados do Brasil. Vi também a emoção dos que estão sendo ajudados.
Isso me deu a leve sensação de prazer em ser "humana" e a necessidade do agradecimento profundo por ser quem sou, estar onde estou e viver aquilo que vivo.. (os problemas tem o tamanho e a proporção que damos à ele, definitivamente!)
Olhando nos olhos de crianças televisionadas, percebi que "O pouco é muito a quem nada tem".

Colabore e procure postos de doações.

Solidariedade é ponto fundamental para que sempre sejamos amparados por alguém, mesmo que este alguém não tenha rosto, em algum tipo de necessidade que venhamos a passar. Não se cospe para cima... Nunca!

Erika Lupianhes Lastrucci

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

...2011...

Enquanto não chegamos em 2012 (o ano do filme..rs)...aproveitemos estes 365 dias para termos antes de mais nada decência..
Começando pelo mais nobre ato: cuidar de sua própria vida e deixar a do outro que ele mesmo cuide. 
Sejamos claros naquilo que queremos e que assim seja possível chegar no ponto que se quer atingir de fato sem usar os arredores para tal. Não se envolve terceiros em um único alvo.
Sabe, é digno e nobre irmos ao foco diretamente, mesmo que este não seja atingível ou alcançável, mas é nobre tentar-se ir nele antes de envolver outras questões e pessoas em seus problemas pessoais.
É conquistar o caráter por forma de espelho..."não fazer ao semelhante aquilo que não queremos que seja feito consigo mesmo".
Creio que assim, vive-se ao menos com um sono mais tranquilo, um leve descanso de alma por não ter que pagar faturas e preços, pois o Universo se encarrega de tais atos lá na frente. 
Falo por experiência própria que o Universo devolve... E isso afirmo, pois sempre tive muita dificuldade a ser enfrentada, mas nenhuma impossível de ser resolvida, dou ao Universo aquilo que quero dele...Paz, Prosperidade, Saúde, Amor e Tranquilidade.
Sejam felizes...atentem-se a si e não mirem errado...


Erika Lupia Lastrucci