
Segundo HEIDER, um estado para o qual um sistema de relações (atitudes, sentimentos, etc) associando elementos, entre os quais indivíduos, e partindo de um estado instável de incompatibilidade entre as diferentes relações existentes, é chamado de Equilíbrio Estrutural.
A noção foi formalizada pela teoria dos gráficos. Exemplo: um amigo de meu inimigo é um amigo.
Pois então; a mistura da instabilidade dos elementos causa o desequilíbrio, formando então um caráter personificado desarmonioso em sua essência.
O equilíbrio não é facilmente atingido quando estamos relutantes em enfrentar os problemas de ordem maior em sua significância.
As demandas emergentes servem em sua importância como mecanismo de defesa para impedir o tão desejado equilíbrio em si.
Inconscientemente, bloqueamos abruptamente as relações exteriores para valorizar apenas o momento vivido atual, não tendo a percepção que este desequilíbrio faz parte de um contexto bem maior.
O trajeto para atingir esta estrutura equilibrada está em viver um dia de cada vez, sem pressa, resolvendo questões de ordem menos turbulentas ou mesmo mais turbulentas e sem a noção de sua devida importância.
Façamos o caminho da estrutura e assim, buscaremos o equilíbrio em nós mesmos, sem responsabilizar os outros por tudo aquilo está acontecendo no olho do furacão.
O olho do furacão é inatingível quando nos prendemos no maravilhoso mundo de Alice, pois nada passa de um sonho muito encantador e até turbulento, a realidade é outra. Busquemos o núcleo do tufão, não há nenhuma força (vontade, desejo, persistência) maior que a sua!
Equilibre-se!
((texto feito com muito carinho e "tentativas" ))
Erika Lupianhes Lastrucci






