Subitamente olha-se o horizonte à espera de soluções, milagres ou perdões.
Com as próprias mãos faz-se trabalho, justiça e pecados irreparáveis.
Se o bordão fosse fútil não teria utilidade inconsciente, não é mesmo?
Exemplificando a metáfora:
Um bolo..
... é prazeroso comer, alimenta o corpo e o ego...
- a solução: movimentar as mãos para fazê-lo
- o milagre: saiu bom independente de colocado água ao invés de leite por necessidade e por fim saiu fofo e perfeito...
- o perdão: coloca-se ingredientes desnecessários para a receita (Ex: cuspe na massa, sal ao invés de açúcar, purgante como toque de maldade)
- o trabalho: vencer a si mesmo para fazer o melhor possível deste bolo
- a justiça: alimentar a quem tem fome
- o pecado: envenenar alguém
Por fim, sabe-se que o fermento é que não pode faltar...
Somos fruto de situações que envolvem diversas emoções diárias...atentemos para não deixar as mãos cheias de maldade e remorso, sequer atrofiadas ou feridas por excessos...
A receita é:
Olhar ao horizonte e suas próprias mãos.. veja o quanto você pode ser aquilo que realmente deseja; ou um bom chef ou um mal gourmet.
Nunca acredite que um ato regido pelo ódio salvará suas mãos de sua consciência.
Erika Lupianhes Lastrucci


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