Entre tantos afetos e desafetos o ser encontra-se meio perdido..
Em qual corda segurar? onde estender a mão para o salvamento sem que depois tenha a mão amputada?
Estas questões são a mais singela forma de concretizar a falta de coragem e vontade a dar-se a oportunidade a não estender a mão a nada que não seja você mesmo..
Entre o descompasso de vida e morte, amor e desamor, ódio e não ódio, carência e excessos, ninguém é responsável nem por estes e nem pela "salvação" destes que não seja você mesmo.
Há quem tenha a capacidade de suprir momentaneamente a falta de algo, mas nunca se esqueça é momentâneo.. a falta está intrínseca, nada externo tem o poder de preencher verdadeiramente aquilo que lhe falta.
Há também quem acredite que transferindo e modificando seus espaços; seja: moradia, empregos, países irá sentir-se melhor.. não iludam-se! O descompasso os acompanhará. Enquanto acreditar que o externo é responsável por suas ausências, não estará pronto para vivenciar a plenitude. Mesmo que sejam dores e mágoas, perdas e frustrações, desilusões e ínfima estima.
Eleve seu pensamento a ti mesmo e averigue o quão é responsável por ti mesmo nas ausências e faltas, perceba que já usando do afeto a seu favor em amor próprio, auto estima, bondade, solidariedade e coragem à modificações internas estará sujeito a tornar-se um "sujeito" mais completo! O meio não faz o homem, o homem se deixa fazer por necessidades, comodidades, aparências ou coisas impostas pela sociedade a qual está inserido.
Faça a diferença e vá prá onde ninguém te alcança...vá prá dentro de você e complete-se!
Erika Lupianhes Lastrucci


só vim dizer que eu te amo muito!
ResponderExcluirBjoss!
Má!!!