segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

** Erros **

Meio batido a história do: -"me desculpe, eu errei!"..
Porque digo "meio batido" ?.. Porque a maioria das pessoas não sabem o valor e o significado real das DESCULPAS.
Desculpa é quando realmente entramos em contato com a consciência e entendemos e compreendemos que não estávamos na total ou na parcialidade "certos", e não apenas falar por falar sem a intenção de raciocinar sobre o fato ocorrido.
Errar é parte de aprendizado, é parte de vivência, nada de mal está em errar.
O mal está no não entendimento de seu próprio erro e responsabilizar alguém pelo "SEU" ato errôneo ou equivocado.
Não aceitem jamais serem apontados como "causadores" de algo que não tenham feito, e prá isso nem é preciso brigar... basta ter a certeza que o erro do outro é do outro e o seu é único e intransferível.
Costumo brincar dizendo uma frase irônica: se a culpa é minha eu a coloco onde eu quiser... (mas isso, vejam; trata-se de uma ironia para com as pessoas que realmente fazem isso)... É de bom tom avaliar seu erro, entrar em contato com sua verdade e entender que seu ato dependeu só de você, o outro nada interfere na sua conduta. Não é legal usar da justificativa que o outro fez "isso aqui", portanto, eu fiz "aquilo outro"... isso é erro covarde!!...É errar e não assumir que fez porque quis, que seu comportamento na hora foi aquele. Tem gente que pode dizer: mas e a ação e a reação?.. É cabível sim,  mas veja bem; só nós podemos nos responsabilizar pelo que reagimos. Se estamos em transferência ou contra-transferência compete só a nós ver o que vamos dar como retorno do recebido.
Resumindo: Se errou, entenda e compreenda que foi unica e exclusivamente por você. Não culpe outras pessoas e não transfira o que é seu para outrém. Se foi vítima de acusação de culpabilidade pelo erro alheio:   negue (este negar é só seu, não aceite isso e não internalize, não precisa brigar por isso, como já disse..), e não se apoquente, pois bem sabemos que: o travesseiro é o melhor amigo de quem gosta de dormir em paz.


Erika Lupianhes Lastrucci

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