
Façamos uma análise crítica do casamento.. Isto não quer dizer que sou contra o mesmo, pelo contrário; sou imparcial nas decisões alheias.
O texto por mim escrito, acredito que servirá para muita gente, pessoas de todos os estados civis vigentes e opções sexuais, creio que fará repensar seus comportamentos frente a união.
...Saboreiem...
Já é difícil aceitar um amigo com diferenças expressivas, imagine-se acordar todos os dias com a diferença ao seu lado...
Anos de cumplicidade de sentimentos faz chegar à completa complexidade da falta dele...
Nem tudo termina em pizza, mas sempre se salva a azeitona... a borda recheada e o recheio vão ficando cada vez menor quando se trata de união por aparências... diria mais que seria união por pura incompetência!
O local predileto de casais estafados é a cama, é onde se unem por meio do ato sexual (salvando a azeitona!), eleva-se os pontos altos do relacionamento mas o recheio e a grande borda recheada...permanece vazia...
A cama afasta a diferença que fora dela é gritante e assustadora, investe-se em corpos com voracidade e devoção esquecendo-se então do que há dentro do corpo fazendo travessuras ou até mesmo estirado na cama... Tapa-se tudo com a bandeira de seu time de coração estampado na cara de seu (a) parceiro(a).
Há local melhor do que a cama para extrapolar toda tensão adquirida pelas pressões e cobranças diárias? Há onde melhor não enxergar a diferença? É onde se compromete a união por força da afinidade sexual...? São perguntas ou afirmações? (rs)
Fora da cama, tolera-se os maremotos tempestivos da genialidade de cada um? E os costumes e manias? Fora da cama existe os acordos não nupciais? Há diálogo e compreensão?
((Espero de todo o meu coração que sim.))
Dentro desta união pode-se dançar a mesma música sem sentir culpa de ter pisado no pé do outro? O outro compreende que você errou o passo e não lhe culpa por ter estragado seu sapato novo?
Você consegue viver em harmonia consigo e com as diferenças habituais da união de seu parceiro ?
Reflita e respeite-se para saber como respeitar o próximo*
Erika Lupianhes Lastrucci


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