
Entre tantos pensamentos racionalizados podemos confiar plenamente nas emoções contidas dentro deste?
Com qual veracidade de fatos podemos calcular o quanto estamos sendo coerentes com nosso desejo íntimo de emotividade?
Pois então, desde que saibamos colocar nosso equilíbrio de forma sustentável, as respostas para as questões anteriormente feitas expandem-se em mais questões satisfatórias e não fúteis, levando em conta que somos seres pensantes.
Além do mais, temos que saber onde é ponto exato a questionar as emoções e a razão, e equiparar nosso comportamento frente a ambas, pois o descontrole do equilíbrio nos leva a respostas nem sempre satisfatórias ou eficazes.
A tentativa do equilíbrio é quem nos faz repensar a forma com a qual interagimos com nosso eu. Desde que possamos compreender e entender este mecanismo, podemos então, procurar o desejado equilíbrio entre nossos comportamentos, questionamentos e reflexões emocionais e racionais.
Questione-se e equilibre-se.
Erika Lupianhes Lastrucci


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