
Há quem diga que "brincadeira" é a mais pura representação do ID em sua essência.
Notemos e percebamos em nós mesmos se temos este procedimento como método.
Brincadeiras são saudáveis quando são isentas de vantagens emocionais...
Nem na ludoterapia vela-se a intenção para chegar no foco problemático do indivíduo menor que procurou ajuda juntamente com seus pais, tudo é devidamente esclarecido.
A lei de Gerson, hoje em dia; analítica e criticamente falando acaba por destronar grandes Reis, pois sempre "há um" dentre uns tantos que demosntra-se não disposto a servir de escada, apoio ou súdito.
É necessário antes de fazer uma brincadeira (emoção velada), saber para quem e porquê estamos colocando esta emoção, pois a interpretação cabe a quem a recebeu, fazendo então valer seus conceitos e tendo o direito de concluir o quê quiser.
Nada justifica nem um, nem outro. Por isso a necessidade do cuidado.
Internalizações não clarificadas são as maiores responsáveis por este comportamento, e é extremamente aconselhável prudência consigo mesmo e um suporte para decifrar o até então, indecifrável desejo de colocar-se por meio de brincadeiras.
Competição entre pessoas é muito normal, mas há de ser ao menos sério, congruente e dinâmico.
Afinidades entre pessoas também é muito normal, mas há de ser ao menos explícita e liberta.
Necessitamos compreender a rota da brincadeira quando não entendemos o porquê a fazemos...
Vá ao espelho, enxergue-se, respeite-se, não brinque consigo mesmo o tempo todo... assim poderá fazer o mesmo pelo próximo.
Erika Lupianhes Lastrucci


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